As sibas (chocos ou cuttlefish) são mestres na geração de belos padrões de mudança de cor, consegue fazer isto com uma rapidez quase hipnotizante. Pensando nisso, os pesquisadores, Joseph J. Walish, Youngjong Kang, Rafal A. Mickiewicz e Edwin L. Thomas, resolveram procurar um meio de imitar esta impressionante habilidade.
As sibas conseguem as variações de cor com o controle da absorção, reflexão e mudança da textura superficial, o que resulta em uma manipulação da luz – sendo este um dos objetivos procurados em tecnologias modernas.
A imitação do processo foi feita com o uso de camadas de poliestireno e poli(2-vinilpiridina) (PS-P2VP), ensanduichadas entre placas de eletrodos condutores transparentes de óxidos de índio estanho (ITO), com um eletrólito de 2,2,2-trifluoroetanol.
Em estado normal, o sistema exibe uma coloração avermelhada, ao se impor um potencial de 5V a cor passa para verde, em aproximadamente 5 segundos, e ao se deslocar para um potencial de 10V uma cor azul-esverdeada começa a surgir.
Até o momento esta tecnologia permite somente visualização das cores quando em presença de uma fonte externa de luz, ou seja, não existe emissão de luminosidade. Isto pode ser um ponto positivo em certos tipos de aplicações.
A pequena espessura dos filmes empregados, a baixa tensão necessária e alta refletividade desta combinação simples de polímeros, mostram-se promissores em aplicações em displays estáticos e/ou dinâmicos.
Walish, J., Kang, Y., Mickiewicz, R., & Thomas, E. (2009). Bioinspired Electrochemically Tunable Block Copolymer Full Color Pixels Advanced Materials DOI: 10.1002/adma.200900067
Mais uma vez as pessoas do mundo oriental mostram seus conhecimentos, desta vez é a China, que com pesquisas realizadas pelo Dr. Hao-Li Zhang e sua equipe, desvenda os segredos de como separar misturas metálicas e semicondutoras de nanotubos de carbono de parede única (SWCNTs, abreviação em inglês), através do processo de dispersão-centrifugação.
Para isso eles escolherem moléculas aromáticas que causam uma dispersão diferente para ambos os tipo de nanotubos em um meio orgânico, logo em seguida a solução sofre centrifugação, depois extraindo os SWCNTs metálicos e depois os semicondutores.
Também descobriram que usar o antraceno e o pentaceno linear tem maiores efeitos na hora de extrair os SWCNTs metálicos, onde os mesmos encontram se diluídos em soluções de N-metilpirrolidona ou dimetilformaldeído.
Ambos os nanotubos metálicos e semicontudores tem de ser separados pois sua maior aplicação só pode ser feita independente, o nanotubo metálico pode ser usado para construção de redes elétricas enquanto o nanotubos semicondutores tem seu principal objetivo de usar usado em aparelhos eletrônicos em escala nanotecnológica.
Liu, C., Liu, Y., Zhang, Y., Wei, R., & Zhang, H. (2009). Tandem extraction strategy for separation of metallic and semiconducting SWCNTs using condensed benzenoid molecules: effects of molecular morphology and solvent Physical Chemistry Chemical Physics DOI: 10.1039/b901517e
Ele é essencialmente uma máquina térmica. Com a base do corpo sendo a fonte quente (ambiente) e a cabeça é a fonte fria, que é resfriada com a água que o ´pássaro´ toca ao se inclinar.
As tabelas periódicas feitas em flash tem uma boa interatividade. São de uso rápido e bem intuitivas.
Nesta tabela é possível acessar as propriedades dos elementos da tabela, incluindo informações sobre ponto de fusão, ebulição, eletronegatividade, afinidade, etc.
Confira também as valiosas informações sobre orbitais e isótopos.
No menu, no topo esquerdo da tela, você também pode escolher se quer ver informações da Wikipédia, WebElements, vídeos ou fotos ao clicar sobre cada elemento!
Nesta aula é feita de demonstração da importância da energia de Gibbs como critério de espontaneidade de um processo.
Na construção do conceito ele também aborda a energia de Helmholtz.
Quer ter a tabela periódica sempre presente na sua vida?
Um dica divertida é comprar uma dessas tabelas periódicas feitas de imã para porta de geladeira.
Seria um avanço muito promissor encontrar um material barato e de manufatura simples para se construir uma célula solar transparente. Um dispositivo desta natureza permitiria, por exemplo, construir uma janela que ao mesmo tempo é transparente e pode ser usada para geração de energia.
Este tipo de tecnologia demanda a existência de condutores do tipo N e do tipo P, que sejam transparentes.
Atualmente existe a possibilidade de usar óxido de índio estanho, que é transparente, para os do tipo-n. Mas existem barreiras tecnológicas para se obter um do tipo-p com as propriedades desejadas para a aplicação.
Simulações e cálculos realizados pelo Instituto Fraunhofer, na Alemanha, indicaram que o fósforo é adequado para a dopagem tipo-P para o óxido de zinco, e que o nitrogênio pode ser ainda mais promissor nesta aplicação.
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