O Chemicalize.org é uma máquina de procura de informações especializada em química.
Para realizar a procura basta escrever o nome da molécula (em inglês).
Vejamos um exemplo:
O naftaleno (naphthalene). No exato momento em que você termina de digitar o nome, o sistema já apresenta a estrutura logo baixo.
Basta então clicar no botão ´Chemicalize´ e você terá acesso a um extenso número de informações sobre o composto. (clique em open all para ver todas informações) http://www.chemicalize.org/?mol=naphthalene
Ao inserir um link de uma página da internet no campo de buscas, o Chemicalize.org revela os nomes das substâncias em destaque, com exibição das estruturas das moléculas ao passar o mouse sobre.
Um teste feito com a página http://en.wikipedia.org/wiki/Ester, resulta em http://www.chemicalize.org/?q=http://en.wikipedia.org/wiki/Ester
Exemplo do resultado obtido:
Se você não lembra ao certo o nome da molécula em inglês, basta clicar em ´Draw Structure´ e então desenhar a estrutura para que o sistema faça a busca das informações do composto representado.
O conceito do projeto ´Chemieraum´ é de uma instalação interativa que permite que jovens manipulem experimentos virtuais no campo da química.
A interação apresenta conceitos básicos de química, mas dão a possibilidade ao usuário de analisar e descobrir informações sobre moléculas e átomos, e além de ter a possibilidade de montar novas estruturas, tudo isto em uma tela interativa e dinâmica.
O “Chemieraum” foi feito em colaboração com a empresa TUMlab no Deutsche Museum, em Munique. Este museu é um local que dá aos alunos a oportunidade de explorar o mundo das ciências naturais.
O conjunto de mesa interativa e sistema de projeção é modular e expansível, possibilitando a criação de mostras com múltiplas abordagens.
Se você ficou com vontade de desenhar e interagir um pouco com moléculas, indico o programa ChemSketch, que talvez não tenha todo este apelo visual, mas é uma excelente ferramenta para desenho de moléculas.
O hélio-3, com seu nome estranho e fonte de curiosidade que aficciona, é nada mais do que um isótopo do hélio.
A aplicação promissora para um futuro (talvez distante) é em processos de fusão nuclear.
Primeiro, o que são os isótopos do hélio?
Para este elemento são conhecidos um total de oito isótopos, e destes somente o hélio-3 e o hélio-4 podem ser considerados estáveis.
Na atmosfera da Terra o He-4 é um milhão de vezes mais abundante queo He-3.
O núcleo destes hélio contém sempre 2 prótons, mas diferenciam-se pelo número de nêutrons. E neste caso o He-3 possui 1 nêutron, o He-4 possui 2 nêutrons, o He-5 tem 3 nêutrons, e assim por diante, até o estranho He-10, contendo 8 nêutrons.
E a fusão?
Bom, a fusão é a chave para a energia limpa (ou ´menos suja´) para alguns cientistas atualmente, a fusão nuclear pode ser entendida através do seguinte pensamento:
Junte dois átomos para formar outro com núcleo maior, com uma grande liberação de energia.
Tal processo é complicado e necessita de muita energia para ser iniciado, e ainda não é totalmente controlado para a geração contínua de energia na Terra, mas ocorre diariamente no Sol.
Mas existem os seguintes problemas, a ciência da fusão controlada e eficiente ainda esta engatilhando, o He-3 é escasso na terra, solução é a seguinte aperfeiçoar os estudos na fusão e extrair He-3 da Lua.
Da Lua? Exatamente o que você leu! A Lua possui grandes quantias de He-3. Mas neste caso trocaremos um problema por outro, como transportar grandes quantias de um elemento da Lua até a Terra? E a história da corrida tecnológica continua…
A descrição desta imagem, presente no álbum de imagens do Chemical Heritage Foundation, informa que trata-se de uma ilustração presente em um livro do período da Era Vitoriana.
Nesta época alguns autores chegavam a utilizar fadas para explicar o funcionamento da natureza. O livro intitulado Real Fairy Folks: Explorations in the World of Atoms de autoria de Lucy Rider Meyer, publicado em 1887, representava os elementos como pequenas fadas elegantes, nas quais o entrelaçamento das pernas, braços e asas representaria as ligações químicas.
As fadas da imagem abaixo representaria o hidrogênio e o cloro, presentes no ácido clorídrico.
Capa do livro de Lucy Meyer
Por ser um livro para público infantil desconfio que a precisão da química era deixada de lado para dar lugar à fantasia e criatividade.
As imagens acima estão sob licença Creative Commons, via CHF.
A aula inicia com considerações sobre a regra da alavanca, repassando um assunto abordado na aula anterior deste curso (MIT 5.60).
Na sequência o professor inicia com equações que representam o potencial químico em uma mistura binária de soluções ideais, ressaltando a interpretação da entalpia e entropia para estes casos.
De posse da interpretação da idealidade ele parte para explicar como ocorrem os desvios em sistemas não-ideais.
As leis de Raoult e Henry são utilizadas para explicar os desvios visualizados em um diagrama de pressão versus composição (em mistura binária).
O experimento de queima de diamantes é raro de ser visto. Não existem muitas pessoas que estão dispostas a comprar diamantes para queimar.
Um diamante é quase que exclusivamente composto de carbono, e portanto pode ser queimado em presença de oxigênio com o auxílio de uma chama forte.
A reação será
C(diam.) + O2 –> CO2(g)
e no final teremos apenas dióxido de carbono (CO2).
Theodore Gray demonstra no vídeo abaixo a queima de algumas gemas.
A primeira que aparece logo no início do vídeo é um diamante que acabou ficando rubro e estilhaçando em vários pedaços. Portanto este tipo de experimento deve ser feito com muito cuidado.
Theodore explica então que comprou no eBay (site de leilão) um diamante bruto (não lapidado) que é mais barato. Outro que ele comprou é um diamante não muito homogêneo, e também com preço mais acessível.
Após aquecer bastante um diamante, até ele brilhar com uma cor bem clara e branca, é possível manter a combustão soprando oxigênio puro sobre a gema.
A gema que era mais impura e não cristalina acabou estilhaçando e até danificou a lente da câmera que filmava o experimento.
Outro teste realizado foi a imersão do diamante incandescente dentro de um tubo de ensaio com um pouco de oxigênio líquido. Mas infelizmente o gelo formado no exterior do tubo impediu a visualização da queima. Após isto eles decidiram queimar o diamante em uma pequena quantidade de oxigênio líquido para facilitar a visualização.
Theodore também testou o que poderia acontecer quanto se aquece a zircônia cúbica (ZrO2) em uma chama. A zircônia normalmente é usada como uma imitação mais barata para substituir o diamante em jóias. Neste caso é possível ver que a zircônia não queima na chama, pois já está em forma de óxido.
Se você possui um site ou blog pode fazer uso de uma boa coleção de ferramentas de cálculo disponibilizadas pelo Wolfram Alpha, no serviço chamado Widgets. http://developer.wolframalpha.com/widgets/
Vejamos alguns exemplos: Balanceamento de reações químicas
Cálculo de massa molar (e apresentação do composto)
Propriedades física e químicas de um composto (escreva o nome em inglês)
O projeto ´Gold Book´ da IUPAC fornece uma valiosa quantidade de informações. Com mais de 7000 ítens em seu banco de dados, o projeto é uma boa fonte de definições em diversos tópicos da química e física. E estes estão acompanhados de um mapa de navegação, como em um mapa de links (ou mapa mental).
Veja como exemplo uma parte do mapa de assuntos relacionados com o termo pH. (clique para interagir)
Este tipo de mapa de ligações permite a visualização mais clara das conexões existentes entre os diversos assuntos relacionados com a química e física.
Notícias recentes indicam uma contenção do vazamento que ocorreu no Golfo do México, devido a uma explosão na plataforma Deepwater Horizon da British Petroleum.
Mas o que acontece com o petróleo que vaza na água? Como é o seu comportamento na superfície?
A equipe do Periodic Videos explica um pouco sobre a química do petróleo.
Veja no vídeo abaixo. Com legendas em português.
O Prof. Emiliano Chemello iniciou a publicação de mais uma série de textos muito interessantes. Desta vez o tema escolhido trata dos ´Acidentes explicados pela ciência´.
Até o momento estão disponíveis os textos: =Símbolos de perigo e seus significados
=Césio 137: A tragédia radioativa do Brasil
=Desastre em Bhopal
=Chernobyl: a luta contra um inimigo ‘invisível’
E ainda estão previstos os seguintes temas: =O ônibus espacial Challenger explode na decolagem
=Grisu: uma mistura perigosa!
=Explosão de Halifax
=Acidente de Seveso
=Desastre de Minamata
=Explosão do Zeppelin em Hindenburg
- Todo e qualquer experimento deve ser realizado por pessoas que possuem treinamento adequado para a realização dos mesmos.
- Todos os experimentos devem ser realizados com uso de equipamentos de proteção.
- As informações aqui apresentadas não foram submetidas à avaliação de pares, portanto verifique em fontes tradicionais antes de utilizá-las.
-Este site é organizado por Prof. Dr. Luís Brudna ( luisbrudna@gmail.com )