Categoria: História

Laboratório de Thomas Edison

O famoso inventor Thomas Alva Edison, mais conhecido pela invenção da lâmpada elétrica com filamento, também dedicou uma boa parte de sua vida para trabalhar em pesquisas voltadas para o desenvolvimento de técnicas para se maximizar a produção de borracha.

Uma parte de sua residência de inverno, localizada em Fort Myers, na Flórida, foi utilizada no cultivo de plantas nativas para produção de seiva e construção de um laboratório de pesquisas na área.

Nesta foto é possível ver alguns detalhes de seu laboratório.
laboratorio-thomas-edison
(clique para ampliar)

O material exposto é original, mas os frascos não contém mais reagentes por causa do perigo de explosão.

https://en.wikipedia.org/wiki/Seminole_Lodge_%28Thomas_Edison%29

A foto foi gentilmente cedida por Farm_dog.

Índio – raro e útil

indio-guerra
Não estamos falando do índio pessoa, mas sim do índio o elemento aquele encontrado logo abaixo do gálio (gálio quase um galho), o índio é um metal com algumas propriedades interessantes, ele é um metal maleável, macio e raro (para variar, mais um metal raro), embora seja raro ele possui grandes aplicações nas demandas mundiais diárias, como por exemplo, em telas de televisões de plasma. Outras são em baterias, semi-contudores, transistores, espelhos, e uma aplicação que hoje não é usada, no revestimento de rolamentos de aviões na Segunda Guerra Mundial.

Nas televisões de plasmas ele é disposto sobre a superfície do vidro na forma de ITO (indium tin-dopped oxide, no português oxido de índio dopado com estanho) é uma solução sólida de In2O3 e de SnO2, cuja principal característica é a de transparência e condutividade elétrica, além das tv”s de plasma ele é usado na maioria dos displays de celulares comuns ou os mais recentes “touchscreen”

texto de Dison Franco

Estátuas de Antoine Lavoisier

 livro breve historia quase capa
Estou lendo o livro ´Breve história de quase tudo´, de Bill Bryson, e encontrei uma curiosa história sobre uma das estátuas de Antoine Lavoisier.

Trecho do livro:

Cem anos após sua morte, uma estátua de Lavoisier foi erguida em Paris e muito admirada, até que alguém observou que não se parecia nem um pouco com ele. Ao ser interrogado, o escultor admitiu que usara a cabeça do matemático e filósofo marquês de Condorcet – aparentemente ele tinha uma de reserva – na esperança de que ninguém notasse a diferença ou, se notasse, que não se importasse. No segundo aspecto ele tinha razão. A estátua de Lavoisier-mais-Condorcet foi deixada no mesmo lugar por meio século, até a Segunda Guerra Mundial, quando, certa manhã, foi levada embora e fundida como sucata. (pág 110)

No entanto, existem pelo menos duas estátuas verdadeiras de Lavoisier.
Uma delas está no Hôtel de Ville, em Paris (imagem abaixo).
lavoisier estatua paris

E outra no Cour Napoléon, Louvre.
lavoisier_cour_napoleon_louvre

Química e alquimia, aproximações históricas

química e alquimia
As pesquisadoras Ana Maria Alfonso-Goldfarb e Márcia Ferraz, recentemente descobriram nos arquivos da Royal Society, em Londres, evidências de que as idéias da alquimia, em especial a do solvente universal (Alkahest), transitaram pela ciência em épocas mais modernas do que antes se imaginava.

Esta interessante narrativa de investigação em documentos é contada em uma bela matéria na revista pesquisa FAPESP.

https://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/22/nos-ombros-de-gigantes-m%C3%A1gicos/