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	<title>Em Síntese &#187; hidrogênio</title>
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		<title>Urina como fonte de hidrogênio</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[célula a combustível]]></category>
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		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores americanos desenvolveram um método adequado para se produzir hidrogênio a partir de urina. Um dos principais compostos da urina é a uréia, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), e por esta molécula conter hidrogênios poderia ser uma eventual fonte, em vez da extração deles direto da água. Gerardine G. Botte, um dos pesquisadores que assina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9YeOPN&amp;via=emsintese&amp;text=Urina+como+fonte+de+hidrog%C3%AAnio&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2009%2Furina-como-fonte-de-hidrogenio%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p>Pesquisadores americanos desenvolveram um método adequado para se produzir hidrogênio a partir de urina.</p>
<p>Um dos principais compostos da urina é <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ureia">a uréia</a>, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), e por esta molécula conter hidrogênios poderia ser uma eventual fonte, em vez da extração deles direto da água.</p>
<p>Gerardine G. Botte, um dos pesquisadores que assina o artigo, afirmou que a idéia ocorreu em uma conferência sobre células a combustível, na qual se discutia como usar água limpa para se obter energia limpa. E Botte imaginou que isto poderia ser feito de uma maneira ainda mais inteligente.</p>
<p>A equipe de pesquisadores utilizou o processo da eletrólise para quebrar as moléculas, com o uso de novo eletrodo baseado em níquel para oxidar a uréia com eficiência. Esta quebra é feita com uma tensão em torno de 0,37V, enquanto que para a água é necessária uma tensão de 1,23V.</p>
<p>Durante o processo eletroquímico a uréia é absorvida pela superfície de níquel do eletrodo, o qual passa os elétrons necessários para quebrar a molécula. Hidrogênio puro é recuperado no cátodo e nitrogênio mais alguns traços de oxigênio e hidrogênio evoluem do ânodo. O dióxido de carbono também é gerado durante o processo e reage com hidróxido de potássio para resultar em carbonato de potássio.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-658" title="ureia-eletrodos" src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2009/07/ureia-eletrodos.gif" alt="ureia eletrodos niquel hidrogenio" width="378" height="121" /></p>
<p>Os testes, em sua maioria, foram conduzidos com uréia sintética, mas também demonstraram que o processo pode funcionar em urina humana. E um dos fatores que podem ser limitantes no processo é que em condições normais a uréia é comumente transformada em amônia por bactérias.</p>
<p>Algo que deve ficar claro é que neste procedimento a urina não é uma fonte de energia, e serve apenas como uma fonte alternativa para a produção de hidrogênio; e que neste processo é necessária a aplicação de potencial e portanto resultando em um gasto energético.</p>
<p>Via <a href="http://www.rsc.org/chemistryworld/News/2009/July/02070902.asp">RCS</a></p>
<p>Leia também<br />
<a href="http://www.emsintese.com.br/2008/economia-hidrogenio/">A economia baseada no hidrogênio</a></p>
<p><span style="float: left; padding: 5px;"><a href="http://www.researchblogging.org"><img style="border:0;" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" alt="ResearchBlogging.org" /></a></span><br />
<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;rft.jtitle=Chemical+Communications&amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1039%2Fb905974a&amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;rft.atitle=Urea+electrolysis%3A+direct+hydrogen+production+from+urine&amp;rft.issn=1359-7345&amp;rft.date=2009&amp;rft.volume=&amp;rft.issue=&amp;rft.spage=0&amp;rft.epage=0&amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fxlink.rsc.org%2F%3FDOI%3Db905974a&amp;rft.au=Boggs%2C+B.&amp;rft.au=King%2C+R.&amp;rft.au=Botte%2C+G.&amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Chemistry">Boggs, B., King, R., &amp; Botte, G. (2009). Urea electrolysis: direct hydrogen production from urine <span style="font-style: italic;">Chemical Communications</span> DOI: <a rev="review" href="http://dx.doi.org/10.1039/b905974a">10.1039/b905974a</a></span></p>
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		<title>Mad Science &#8211; Não faça isso em casa</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 17:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[experimentos]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[oxigênio]]></category>
		<category><![CDATA[tabela periódica]]></category>

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		<description><![CDATA[Theodore Gray é famoso pelo maravilhoso site sobre a tabela periódica ( http://theodoregray.com/PeriodicTable/ ou http://periodictable.com/ ) e pelos textos de divulgação da ciência (química). Seu último livro parece ser bem interessante! Theo Gray&#8217;s Mad Science: Experiments You Can Do At Home &#8211; But Probably Shouldn&#8217;t [Ciência maluca de Theo Gray: Experimentos que você pode fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FacPHXd&amp;via=emsintese&amp;text=Mad+Science+-+N%C3%A3o+fa%C3%A7a+isso+em+casa&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2009%2Fmad-science-nao-faca-casa%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p>Theodore Gray é famoso pelo maravilhoso site sobre a tabela periódica ( <a href="http://theodoregray.com/PeriodicTable/">http://theodoregray.com/PeriodicTable/</a> ou <a href="http://periodictable.com/">http://periodictable.com/</a> ) e pelos textos de divulgação da ciência (química).</p>
<p>Seu último livro parece ser bem interessante!<br />
Theo Gray&#8217;s Mad Science: Experiments You Can Do At Home &#8211; But Probably Shouldn&#8217;t [Ciência maluca de Theo Gray: Experimentos que você pode fazer em casa - Mas provavelmente não deve]<br />
<a href="http://www.amazon.com/Theo-Grays-Mad-Science-Experiments/dp/1579127916/">http://www.amazon.com/Theo-Grays-Mad-Science-Experiments/dp/1579127916/</a><br />
<img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mad-science-teo.jpg" alt="mad science capa livro" title="mad science teo" width="260" height="285" class="alignnone size-full wp-image-397" /></p>
<p>O livro também é acompanhado de um site com demonstração de alguns experimentos.</p>
<p><a href="http://graysci.com/">http://graysci.com/</a></p>
<p>Experimento com fogo e oxigênio líquido.<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Bqq2gpFjnec&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Bqq2gpFjnec&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<a href="http://graysci.com/chapter-four/flaming-oxygen-drops/">http://graysci.com/chapter-four/flaming-oxygen-drops/</a></p>
<p>Bolhas de sabão com hidrogênio (e oxigênio).<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XC6hw-k3I0s&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XC6hw-k3I0s&#038;rel=0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<a href="http://graysci.com/chapter-four/blowing-up-bubbles/">http://graysci.com/chapter-four/blowing-up-bubbles/</a></p>
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		<title>Tanque de hidrogênio mais leve do que baterias</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 18:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
		<category><![CDATA[eletroquímica]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>

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		<description><![CDATA[O pesquisador holandês Robin Gremaud demonstrou que liga dos metais magnésio, titânio e níquel é um excelente absorvedor de hidrogênio. Esta liga leve leva o uso do hidrogênio para mais próximo do cotidiano como uma fonte de combustível para veículos. Um tanque de hidrogênio que use esta liga terá um peso relativo de 40% menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FatI9e1&amp;via=emsintese&amp;text=Tanque+de+hidrog%C3%AAnio+mais+leve+do+que+baterias&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2008%2Ftanque-de-hidrogenio-mais-leve-do-que-baterias%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p>O pesquisador holandês Robin Gremaud demonstrou que liga dos metais magnésio, titânio e níquel é um excelente absorvedor de hidrogênio. Esta liga leve leva o uso do hidrogênio para mais próximo do cotidiano como uma fonte de combustível para veículos. Um tanque de hidrogênio que use esta liga terá um peso relativo de 40% menos do que um sistema de baterias. Para encontrar a melhor liga Gremaud desenvolveu um método que permite o teste simultâneo de centenas de amostras de diferentes metais para sua capacidade de absorver hidrogênio. A companhia britânica Ilika, de Southampton já demonstrou interesse.</p>
<p>O hidrogênio é considerado um combustível limpo e, portanto, importante para o futuro.  Este gás pode ser usado diretamente nos automóveis em um motor de combustão interna, como o hidrogênio  no veículo da BMW, ou pode ser convertida em energia elétrica nas chamadas células a combustível, como nos ônibus Citaro em serviço em Amsterdam.</p>
<p>O grande problema da utilização do hidrogênio nos transportes é o armazenamento seguro deste gás altamente explosivo. Isto pode ser conseguido através de metais que absorvem o gás. No entanto, um inconveniente deste método é que ele torna os tanques de hidrogênio um pouco pesados.</p>
<p>A bateria, uma competidora como forma de armazenamento da energia elétrica, se sai ainda pior. Dirigir por quatrocentos quilômetros com um carro elétrico, com performance comparável ao Toyota Prius, irá precisar de um carro que corregue 317 quilogramas de modernas baterias de lítio em sua jornada. Com a liga metálica leve de Gremaud a mesma distância irá precisar de um tanque de hidrogênio de ´somente´ 200 quilogramas. Embora esta nova liga seja importante no desenvolvimento do hidrogênio como combustível, a descoberta da tecnologia final para o hidrogênio está longe de ser alcançada.</p>
<p>Hidrogenografia ( Hydrogenography )</p>
<p>Em sua pesquisa Gremaud fez uso de uma técnica para medir a absorbância de hidrogênio por metais, baseando-se no fenômeno de ´switchable mirrors´ descoberto na University Amsterdam. Quase 10 anos atrás pesquisadores descobriram que certos materiais perdem sua refletividade pela absorção de hidrogênio. Esta técnica tornou-se conhecida como hidrogenografia, ou &#8220;escrever com hidrogênio&#8221;. Usando essa técnica, Gremaud foi capaz de analisar simultaneamente a eficácia de centenas de diferentes combinações dos metais magnésio, titânio e níquel. Métodos tradicionais precisariam de testes separados para cada liga.</p>
<p>Leia mais em<br />
<a href="http://www.eurekalert.org/pub_releases/2008-11/nofs-htl110408.php">Hydrogen tank lighter than battery</a></p>
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		<title>Jornal de Energia Renovável e Sustentável</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2008/jornal-de-energias-renovaveis-e-susten/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 19:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustíveis]]></category>
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		<description><![CDATA[O Journal of Renewable and Sustainable Energy (JRSE) é uma publicação revisada por pares (peer-revied) que cobre todas as áreas relacionadas com energias renováveis e sustentáveis que se aplicam ao campo das ciências físicas e da engenharia. A publicação será feita somente na web, garantindo uma rapidez no processo de aprovação de artigos. O aspecto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fc3RvGn&amp;via=emsintese&amp;text=Jornal+de+Energia+Renov%C3%A1vel+e+Sustent%C3%A1vel&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2008%2Fjornal-de-energias-renovaveis-e-susten%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p><img class="alignnone size-full wp-image-213" title="jornal-energias-renovaveis" src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2008/11/jornal-energias-renovaveis.jpg" alt="logotipo publicacao energias renovaveis" width="355" height="40" /><br />
O <strong>Journal of Renewable and Sustainable Energy</strong> (JRSE) é uma publicação revisada por pares (peer-revied) que cobre todas as áreas relacionadas com energias renováveis e sustentáveis que se aplicam ao campo das ciências físicas e da engenharia.<br />
A publicação será feita somente na web, garantindo uma rapidez no processo de aprovação de artigos.<br />
O aspecto interdisciplinar da publicação garante uma ampla diversidade de tópicos a serem abordados.<br />
<strong>A publicação incluirá os seguites assuntos:</strong><br />
- Bioenergia &#8211; bioreações e bioengenharia<br />
- Energia geotérmica &#8211; geisers, bombas de calor e novos aparelhos.<br />
- Energia marinha e hidroelétrica &#8211; ondas, marés e represas.<br />
- Energia nuclear &#8211; fusão e fissão<br />
- Energia solar &#8211; conversores de energia solar térmica e fotovoltáica<br />
- Energia eólica &#8211; controles e sistemas de turbinas<br />
- Conversão de energia &#8211; membranas de óxido sólido e trocadoras de prótons para células a combustível e novos aparelhos.<br />
- Construções com eficiência energética &#8211; coversores solares térmicos e fotovoltáicos<br />
- estocagem de energia &#8211; hidrogênio e baterias<br />
- Distribuição de energia &#8211; transmissão convencional e por supercondutividade, flutuaçãop de carga e controle<br />
- Recursos de energias renováveis<br />
- Transporte &#8211; hidrogênio, bateriais, células a combstível, bioenergia e veículos.</p>
<p>Parece que a publicação de artigos apenas online também foi idealizada para poupar papel.<br />
A editora do journal é a <em>American Institute of Physics</em>.<br />
<strong><a href="http://jrse.aip.org/">http://jrse.aip.org/</a></strong></p>
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		<title>Hidrogênio &#8211; Vídeo sobre o elemento</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 03:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a série de traduções de vídeos da tabela periódica. O vídeo está legendado. Se você não conseguir ver a legenda em português clique no botão no canto inferior direito e selecione ´Ativar legendas: Português´. Neste a equipe explica, entre outras coisas, as diferenças existentes entre o hidrogênio e seu isótopo, o deutério. Ps: no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbQ109H&amp;via=emsintese&amp;text=Hidrog%C3%AAnio+-+V%C3%ADdeo+sobre+o+elemento&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2008%2Fhidrogenio-video-elemento%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p>Continuando a série de traduções de vídeos da tabela periódica.<br />
<strong>O vídeo está legendado.</strong> Se você não conseguir ver a legenda em português clique no botão no canto inferior direito e selecione ´Ativar legendas: Português´.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=fesgl5Cs5FY"><img class="alignnone size-full wp-image-96" title="video sobre hidrogenio" src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2008/10/video-hidrogenio.jpg" alt="" width="423" height="343" /></a></p>
<p>Neste a equipe explica, entre outras coisas, as diferenças existentes entre o hidrogênio e seu isótopo, o deutério.</p>
<p>Ps: no momento as legendas não estão ativadas para videos embutidos no site, clique na imagem acima ou visite <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fesgl5Cs5FY">http://www.youtube.com/watch?v=fesgl5Cs5FY</a></p>
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		<title>Hidrogênio, o primeiro e mais velho</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2008/hidrogenio-primeiro-velho/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 12:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>

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		<description><![CDATA[Hidrogênio, o primeiro da turma dos elementos da tabela periódica. Ficou em primeiro porque a nossa clássica tabela periódica tem como um dos critérios de organização o número de prótons. E o hidrogênio, com um próton (e um elétron), lidera a sequência. Obter hidrogênio não é muito complicado, basta reagir certos ácidos com certos metais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9DHA0J&amp;via=emsintese&amp;text=Hidrog%C3%AAnio%2C+o+primeiro+e+mais+velho&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2008%2Fhidrogenio-primeiro-velho%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p>Hidrogênio, o primeiro da turma dos elementos da tabela periódica. Ficou em primeiro porque a nossa clássica tabela periódica tem como um dos critérios de organização o número de prótons. E o hidrogênio, com um próton (e um elétron), lidera a sequência.<br />
Obter hidrogênio não é muito complicado, basta reagir certos ácidos com certos metais (magnésio e ácido clorídrico, por exemplo). Por isso a obtenção do gás já tinha sido documentada por T. Von Hohenheim (Paracelsus) lá pelo século XVI, em uma reação de metal com ácido. Mas para alguém receber mérito pela descoberta de um elemento químico não basta obter, é preciso perceber que se trata de algo novo e realizar a caracterização do elemento.<br />
O químico Roberto Boyle (1670) também obteve hidrogênio pelo mesmo método, mas novamente sem realizar caracterizações.<br />
Após sequencias dessas produções de hidrogênio, sem caracterização, foi Henry Cavendish, que em 1766 percebeu que o hidrogênio era uma nova substância, batizando a descoberta como &#8220;ar inflamável&#8221;. É bom lembrar que esta obtenção de hidrogênio resultou na molécula, H<sub>2</sub>.<br />
O gás(H<sub>2</sub>) é incolor, sem cheiro e muito leve. Coisas incolores tem o mau costume de não aparecer em fotos. <img src='http://www.emsintese.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Portanto não tenho como ilustrar este texto com uma foto do gás.</p>
<p>No vídeo abaixo, feito por uma equipe da Universidade de Nottingham, eles demonstram a queima de um balão cheio de hidrogênio. A chama da explosão ficou amarelada provavelmente devido a impurezas próximas ao balão e chama que usaram para queimar. A queima do hidrogênio produz uma chama de cor fraca e difícil de visualizar.<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fesgl5Cs5FY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fesgl5Cs5FY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<em>Tenha calma, a explosão é demonstrada no final do vídeo.</em></p>
<p>O hidrogênio é velho porque boa parte dele tem a mesma idade do universo! Várias moléculas do seu corpo contém algum hidrogênio, portanto você é formado de coisas com mais de 13,7 bilhões de anos.<br />
Isto porque o hidrogênio foi um dos elementos (outros também leves se formaram) majoritariamente formados no Big Bang (nos primeiros 3 minutos do universo).<br />
Além disso os outros elementos da tabela periódica também surgiram devido a fusão de hidrogênio em estrelas, em uma cascata de eventos, chamadas de nucleosíntese. </p>
<p>Leia também<br />
<a href="http://www.emsintese.com.br/2008/economia-hidrogenio/">A economia baseada no hidrogênio</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.emsintese.com.br/2008/hidrogenio-primeiro-velho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A economia baseada no hidrogênio</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2008/economia-hidrogenio/</link>
		<comments>http://www.emsintese.com.br/2008/economia-hidrogenio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 18:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
		<category><![CDATA[célula a combustível]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.emsintese.com.br/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[Salvação da humanidade ou um buraco negro econômico? por Alice Friedemann** Céticos zombam das máquinas de movimento perpétuo, energia livre, e fusão à frio, mas o que dizer sobre a energia vinda do hidrogênio? Antes de investir trilhões de dólares em uma economia baseada no hidrogênio, nós devemos analisar a ciência e a pseudociência existente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fd8xzPt&amp;via=emsintese&amp;text=A+economia+baseada+no+hidrog%C3%AAnio+&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2008%2Feconomia-hidrogenio%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><div id="ygqt0"><a href="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2008/08/hydrogen_car1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-32" title="hydrogen_car1" src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2008/08/hydrogen_car1.jpg" alt="" width="250" height="133" /></a></div>
<div>Salvação da humanidade ou um buraco negro econômico?</div>
<div id="ygqt1">por Alice Friedemann<strong>**</strong></div>
<div id="rytm"></div>
<div id="mrc2">Céticos zombam das máquinas de movimento perpétuo, energia livre, e fusão à<br />
frio, mas o que dizer sobre a energia vinda do hidrogênio? Antes de investir<br />
trilhões de dólares em uma economia baseada no hidrogênio, nós devemos<br />
analisar a ciência e a pseudociência existente na febre do hidrogênio. Vamos<br />
começar por um passeio em um carro movido a hidrogênio.</div>
<div id="m:bi">Embora o motor a combustão interna (MCI) em seu carro possa queimar<br />
hidrogênio, a esperança é que a célula a combustível, que são baseadas em<br />
processos eletroquímicos em vez de combustão (que converte calor em trabalho<br />
mecânico), se tornarão mais eficientes e menos poluentes que o motor de<br />
combustão interna [1]. Células a combustível foram inventadas em 1839 por<br />
William Grove, antes das máquinas a combustão. Mas os MCIs venceram a corrida<br />
pelo uso da gasolina barata e abundante, que é fácil de transportar e<br />
abastecer, e contém uma grande energia quando em combustão [2].</div>
<div id="zmk20"><strong id="qtz5">Produção<br id="qtz50" /></strong></p>
<p><strong id="qtz5"> <br id="qtz51" /><br />
</strong></p>
</div>
<div id="zmk21">Diferente da gasolina, o hidrogênio não é uma fonte de energia &#8211; é um<br />
transportador de energia, como uma bateria. É necessário se fabricar<br />
hidrogênio e se utiliza a energia neste processo. O hidrogênio é utilizado a<br />
décadas, e já existem tecnologias para produzí-lo. Existem dois principais<br />
modos de se fazer hidrogênio (H2): usando gás natural como fonte dos<br />
hidrogênios e da energia para a produção, ou utilizando água como fonte e<br />
utilizar energia de alguma fonte externa para realizar a quebra da água em<br />
hidrogênio e oxigênio.</div>
<div id="tw1p"><strong id="i5pm">1) Fazendo hidrogênio a partir de combustíveis fósseis.<br />
</strong>Atualmente, 96 por cento do hidrogênio é feito usando combustíveis<br />
fósseis, principalmente para refinamento de óleo e para hidrogenação parcial<br />
de óleos [3]. Nos Estados Unidos, 90 por cento do hidrogênio é feito a partir<br />
do gás natural, com uma eficiência de 72 por cento [4], o que significa 28 por<br />
cento da energia do gás natural é usada para a produção (sem contar a energia<br />
necessária para extrair e transportar o gás natural até a planta de produção<br />
de hidrogênio).<br id="lklb" /></p>
</div>
<div id="mwy20">Um dos principais argumentos apresentados para a mudança para uma &#8220;economia de<br />
hidrogênio&#8221; é o de impedir que o aquecimento global atribuído à queima de<br />
combustíveis fósseis. Quando o hidrogênio é feito usando gás natural, óxidos<br />
de nitrogênio são liberados, que são 58 vezes mais eficientes em capturar o<br />
calor se comparados com o dióxido de carbono [5]. Carvão libera grandes<br />
quantidades de CO2 e mercúrio. Óleo é muito útil para se gastar com hidrogênio<br />
- é como se fosse luz solar concentrada durante centenas de milhões de anos.<br />
Quatro litros de gasolina representam aproximadamente 88000 quilogramas de<br />
plantas fósseis, a quantidade de 16 hectares de trigo [6].<br id="ovdg" /><br />
<br id="ovdg0" /><br />
Gás natural é muito valioso para ser fonte de hidrogênio. O gás pode ser usado<br />
para fazer fertilizante (tanto para matéria-prima como para energia no<br />
processo). Este leva a um aumento na produção de plantações, permitindo que<br />
bilhões de pessoas sejam alimentadas, que de outra forma não seriam [7,8].<br />
Também não existem fontes suficientes de gás natural para permitir que uma<br />
economia baseada no hidrogênio use este como fonte. A extração de gás natural<br />
está em declínio na América do Norte [9]. Levará pelo menos uma década para se<br />
substituir o gás natural por gás liquefeito de petróleo (GLP). Fazer GLP é tão<br />
dispendioso que seria insano, economicamente e ambientalmente, usar este como<br />
fonte de hidrogênio [10].<br id="ovdg6" /></div>
<div id="mwy21">
<p id="mwy22" class="h5_firstline">
<p id="h:gx" class="h5_firstline">2) Fazendo hidrogênio a partir da água. Somente quatro% do hidrogênio é<br />
feito por eletrólise da água. Isto é feito quando se deseja obter um<br />
hidrogênio extremamente puro. Pelo fato de a eletricidade vir de boa parte<br />
de combustíveis fósseis em sistemas que têm uma eficiência de 30%, e a<br />
eletrólise da água ser 70% eficiente, você terminaria usando quatro unidades<br />
de energia para criar uma unidade de energia de hidrogênio: 70% * 30% = 21%<br />
de eficiência [11].<br id="i5pm0" /></p>
<p id="i5pm1" class="h5_firstline"><br id="i5pm2" /></p>
<p id="i5pm3" class="h5_firstline">Produzir hidrogênio pelo uso de combustíveis fósseis como uma reserva ou<br />
fonte de energia acaba com a idéia original, que é a eliminação da<br />
dependência dos combustíveis fósseis. O objetivo é usar fontes de energia<br />
renovável para produzir hidrogênio pela eletrólise da água. quando vento<br />
sopra, as turbinas eólicas podem agir em eficiência de 30 a 40%, produzindo<br />
hidrogênio em uma eficiência global de 25% &#8211; 3 unidades de energia eólica<br />
para obter uma unidade de energia de hidrogênio. As melhores células<br />
fotoelétricas disponíveis em larga escalas tem uma eficiência de 10%, ou<br />
seja, 9 unidades de energia para obter uma unidade de energia do hidrogênio.<br />
Se você usar algas par obter hidrogênio como um subproduto, a eficiência é<br />
de 0,1% [12]. Não importa como você encare a situação, produzir hidrogênio a<br />
partir da água é um sumidouro de energia. Se você deseja uma demonstração<br />
mais dramática, por favor, envie 10 dólares que eu te envio de volta um<br />
dólar.<br id="aju_" /></p>
<p id="aju_0" class="h5_firstline"><br id="aju_1" /></p>
<p id="aju_2" class="h5_firstline">Hidrogênio pode ser feito partindo de biomassa, mas os problemas são<br />
numerosos:</p>
<p id="hn8z" class="h5_firstline">1) é muito sazonal;</p>
<p id="hn8z0" class="h5_firstline">2) contém grandes quantidade de umidade, necessitando energia para estocar e<br />
secar antes de uma possível gasificação;</p>
<p id="hn8z1" class="h5_firstline">3) os estoques são limitados;</p>
<p id="hn8z2" class="h5_firstline">
<p>4) as quantidades não são grandes o suficiente para produção de hidrogênio<br />
em larga escala</p>
<p id="sckl" class="h5_firstline">5) grande quantidade de terra é necessária para produzir biomassa, pois<br />
mesmo em solo fértil o rendimento não é muito alto &#8211; 10 toneladas por<br />
hectare</p>
<p id="lyca" class="h5_firstline">6) o solo será degradado pela erosão e perderá fertilidade se for retirada<br />
grande quantidade de biomassa</p>
<p id="lyca0" class="h5_firstline">7) qualquer quantidade de energia que for utilizada para cultivar a<br />
biomassa, tal como uso de fertilizantes, planta e colheita, resultarão em<br />
custo energético;</p>
<p id="lv.o" class="h5_firstline"> <img src='http://www.emsintese.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> devem ser considerados também os custos de transporte até a central de<br />
produção de energia;</p>
<p id="i1n9" class="h5_firstline">9) não é uma fonte adequada para produção de hidrogênio puro [13].</p>
<p id="i1n90" class="h5_firstline"><br id="aju_3" /></p>
<p id="aju_4" class="h5_firstline">
<p><strong id="s1qf">Inserindo energia no hidrogênio</strong></p>
<p id="dpf3" class="h5_firstline"><br id="dpf30" /></p>
<p id="dpf31" class="h5_firstline">Não importa como é feito, o hidrogênio não possui energia intrínseca. É o<br />
combustível com menor densidade energética na Terra [14]. Em temperatura e<br />
pressão ambientes, o hidrogênio ocupa 300 vezes mais espaço do que a<br />
gasolina para conter a mesma quantidade de energia [15]. Para inserir<br />
energia no hidrogênio, este deve ser comprimido ou liquefeito. Para<br />
comprimir o hidrogênio até os 10.000psi necessários temos um processo<br />
multi-estágios que representa um custo de 15% da energia contida no<br />
hidrogênio.</p>
<p id="zcqd" class="h5_firstline">
<p>Se você liquefaz, terá mais energia em um recipiente menor, mas perderá 30 a<br />
40% da energia neste processo. O manuseio também requer precauções extremas<br />
por ser um líquido muito frio (-253 oC). E o abastecimento é normalmente<br />
feito com um braço robótico [16].</p>
<p id="z7s." class="h5_firstline"><br id="hn8z3" /></p>
<p><strong id="s1qf0">Estocagem</strong><br id="wb.:" /><br />
<br id="wb.:0" /><br />
Para estoque e transporte de hidrogênio líquido é necessário um sistema de<br />
suporte criogênico. O tanque é frio o bastante para causar entupimento de<br />
válvulas e outros problemas. Se adicionar isolamento para prevenir esses<br />
problemas, o peso total vai aumentar, adicionando um custo adicional ao<br />
sistema [17].<br id="wn4q" /></p>
<p>Vamos assumir que um carro movido a hidrogênio pode percorrer 88km por kg<br />
[18]. Um tanque pode conter 3kg de gás comprimido percorrerá 264km e persará<br />
400kg [19]. Compare com um tanque de combustível de um Honda Accord que pesa<br />
11kg, tem um custo de 100 dólares, e contém 64 litros de gasolina. O peso<br />
total é 73kg. A autonomia é de 788km. Aqui vemos uma comparação entre os dois<br />
tipos de combustível para um Honda Accord:<br id="uwkr" /><br />
<br id="wb.:1" /></p>
<table id="evhf0" style="height: 160px;" border="0" width="656">
<tbody id="evhf1">
<tr id="evhf2">
<th id="evhf3"> <br id="evhf4" /></th>
<td id="xcv5" valign="top"><br id="xcv50" /></td>
<td id="xcv51" valign="top"><br id="xcv52" /></td>
<th id="evhf5"> Quantidade de combustível</th>
<td id="endl" valign="top"><br id="endl0" /></td>
<td id="endl1" valign="top"><br id="endl2" /></td>
<td id="endl3" valign="top"><br id="endl4" /></td>
<th id="evhf8"> <span id="evhf10" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">Peso<br />
do </span>Tanque</th>
<td id="endl5" valign="top"><br id="endl6" /></td>
<td id="xcv53" valign="top"><br id="xcv54" /></td>
<td id="xcv55" valign="top"><br id="xcv56" /></td>
<td id="xcv57" valign="top"><br id="xcv58" /></td>
<td id="xcv59" valign="top"><br id="xcv510" /></td>
<td id="xcv511" valign="top"><br id="xcv512" /></td>
<th id="evhf11"> Autonomia</th>
<td id="xcv513" valign="top"><br id="xcv514" /></td>
<td id="xcv515" valign="top"><br id="xcv516" /></td>
<th id="evhf12"> <span id="evhf14" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">Custo<br />
de um tanque</span></th>
</tr>
<tr id="evhf15">
<th id="evhf16"> Hidrogênio</th>
<td id="xcv517" valign="top"><br id="xcv518" /></td>
<td id="xcv519" valign="top"><br id="xcv520" /></td>
<td id="evhf19">55 kg @ 3000 PSI</td>
<td id="endl7" valign="top"><br id="endl8" /></td>
<td id="endl9" valign="top"><br id="endl10" /></td>
<td id="endl11" valign="top"><br id="endl12" /></td>
<td id="evhf22"><span id="evhf24" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">400<br />
kg</span></td>
<td id="endl13" valign="top"><br id="endl14" /></td>
<td id="xcv521" valign="top"><br id="xcv522" /></td>
<td id="xcv523" valign="top"><br id="xcv524" /></td>
<td id="xcv525" valign="top"><br id="xcv526" /></td>
<td id="xcv527" valign="top"><br id="xcv528" /></td>
<td id="xcv529" valign="top"><br id="xcv530" /></td>
<td id="evhf25"><span id="evhf27" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">264km</span></td>
<td id="xcv531" valign="top"><br id="xcv532" /></td>
<td id="xcv533" valign="top"><br id="xcv534" /></td>
<td id="evhf32">US $ 2000</td>
</tr>
<tr id="evhf39">
<th id="evhf40"> Gasolina</th>
<td id="xcv535" valign="top"><br id="xcv536" /></td>
<td id="xcv537" valign="top"><br id="xcv538" /></td>
<td id="evhf43"><span id="evhf45" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">63<br />
litros</span></td>
<td id="endl15" valign="top"><br id="endl16" /></td>
<td id="endl17" valign="top"><br id="endl18" /></td>
<td id="endl19" valign="top"><br id="endl20" /></td>
<td id="evhf46"><span id="evhf48" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">73<br />
kg</span></td>
<td id="endl21" valign="top"><br id="endl22" /></td>
<td id="xcv539" valign="top"><br id="xcv540" /></td>
<td id="xcv541" valign="top"><br id="xcv542" /></td>
<td id="xcv543" valign="top"><br id="xcv544" /></td>
<td id="xcv545" valign="top"><br id="xcv546" /></td>
<td id="xcv547" valign="top"><br id="xcv548" /></td>
<td id="evhf49">789km<br id="k3ql" /></td>
<td id="xcv549" valign="top"><br id="xcv550" /></td>
<td id="xcv551" valign="top"><br id="xcv552" /></td>
<td id="evhf52"><span id="evhf54" class="google-src-text" style="direction:ltr; TEXT-ALIGN:left">$100</span></p>
<p>$ 100</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br id="wb.:2" /><br />
De acordo com a National Highway Safety Traffic Administration (NHTSA), &#8220;A<br />
redução do peso do veículo é provavelmente a técnica mais poderosa para se<br />
aprimorar a economia de combustível. Cada 10% de redução de peso aumentar a a<br />
economia de combustível de um novo modelo de veículo em aproximadamente 8%.&#8221;<br id="kgua" /><br />
Quanto mais se comprime o hidrogênio, menor pode ser o tamanho do tanque. Mas<br />
se a pressão aumenta, é necessário aumentar a espessura das paredes de aço, e<br />
portanto o peso do tanque. O custo aumenta com a pressão. Em 2000 psi, é 400<br />
dólares por kg. Em 8000 psi, é 2100 dólares por kg [20]. E o tanque será<br />
enorme &#8211; em 5000psi, o tanque pode ter 10 vezes mais volume do que um tanque<br />
de gasolina que contém a mesma quantidade de energia.<br id="godo" /></p>
<p><br id="lx1i" /></p>
<p id="godo2">Células a combustível são pesadas. De acordo com Rosa Young, física e<br />
vice-presidente de desenvolvimento de materiais avançados no Energy<br />
Conversion Devices, em Troy, Michigan: &#8220;Um sistema de estocagem por hidretos<br />
metálicos pode conter 5 kg de hidrogênio, incluindo a liga, o container, os<br />
trocadores de calor, o peso será de aproximadamente 300 kg, o que irá<br />
diminuir a eficiência do veículo.&#8221; [21]</p>
<p id="f4f3">Células a combustível são caras. Em 2003, elas custavam 1 milhão de dólares<br />
ou mais. Neste estágio, elas tem baixa confiabilidade, precisam de um<br />
catalisador mais barato do que a platina, podem perder força se existirem<br />
impurezas no hidrogênio, não duram mais do que 1000 horas, e ainda precisam<br />
ter uma autonomia de mais de 160km, e não conseguem competir com veículos<br />
elétricos híbridos como o Toyota Prius, que já é mais eficiente e de baixa<br />
emissão de CO2 do que as células a combustível até então projetadas [22].</p>
<p><br id="wdse" /><br />
Hidrogênio é o Houdini dos elementos. Tão logo quando você armazenou em um<br />
container, ele quer escapar, e já que é o mais leve dos gases, é necessário um<br />
grande esforço para impedir que vaze. Sistemas de estocagem precisam de um<br />
complexo conjunto de juntas, vedações e válvulas. Tanques de hidrogênio para<br />
veículos terão uma perda de 3 a 4% por dia [23].<br id="wdse0" /></p>
<p>O hidrogênio também tende a deixar os metais mais quebradiços [24]. Um metal<br />
quebradiço pode resultar em vazamentos. Em encanamentos isso pode causar<br />
rachaduras ou fissuras, que podem resultar em uma potencial falha catastrófica<br />
[25]. Fazer um metal forte o suficiente para resistir ao hidrogênio irá causar<br />
aumento de peso e custos. Os vazamentos também são mais intensos quando se<br />
aumenta a pressão. Pode vazar de conexões não soldadas, de vedações não<br />
metálicas, roscas e anéis de vedação. Um motor a célula a combustível pode ter<br />
milhares de vedações [26]. O hidrogênio tem o menor ponto de ignição do que<br />
qualquer combustível, é 20 vezes menor do que a gasolina. Então se vazar, pode<br />
ser incendiado por um sem número de fontes [27]. Pior, os vazamentos são<br />
invisíveis &#8211; algumas vezes o único modo de perceber um vazamento é a<br />
diminuição no desempenho.<br id="enn1" /><br />
<br id="jels" /><br />
<strong id="cc52">Transporte</strong><br id="cc520" /><br />
Caminhões-tanque (250.000 dólares cada) podem transportar combustível<br />
suficiente para 60 carros [28]. Estes caminhões pesam 40.000 kg, mas<br />
transportam somente 400 kg de hidrogênio. Para uma entrega a uma distância de<br />
240 km, a energia usada é aproximadamente 20% da energia disponível no<br />
hidrogênio transportado. Em 480 km, seria 40%. O mesmo caminhão de transporte<br />
entrega 38000 litros de combustível, o suficiente para abastecer em torno de<br />
800 carros [29].<br id="fn1t" /><br />
Outra alternativa é o transporte por dutos. O custo médio de dutos de gás<br />
natural é de 1 milhão de dólares por 1,6km, e existem mais de 322000 km de<br />
dutos de gás natural (nos EUA), que não podem ser utilizados para hidrogênio,<br />
pois o metal deles se tornaria quebradiço e vazaria, bem como tem um diâmetro<br />
inadequado para maximizar o transporte de hidrogênio<br id="cc521" /><br />
Se fossemos construir uma infraestrutura similar para transportar hidrogênio<br />
teríamos um custo de 200 bilhões de dólares. O maior custo de operação de<br />
dutos de hidrogênio seria na compressão e manutenção [30]. Os compressores nos<br />
dutos mantém o gás em movimento, usando a energia do hidrogênio para mover o<br />
próprio gás. Após 992 km, 8% do hidrogênio seria usado para mover o próprio<br />
gás pelos dutos [31].<br id="qeg_" /></p>
<p><br id="qeg_0" /><br />
<br id="qeg_1" /><br />
Conclusão<br id="qeg_2" /></p>
<p id="wdse4">
<p>Em algum ponto da cadeia de produção, armazenamento, estocagem e transporte do<br />
hidrogênio, teríamos usado mais energia do que poderíamos obter de volta, e<br />
isto não inclui a energia necessária para construir as células a combustível,<br />
tanques de armazenamento, sistemas de transporte, e veículos [32]. Quando a<br />
fusão possa gerar hidrogênio barato0 (pela eletrólise da ágia), quando<br />
eficientes células a combustível a base de nanotubos existirem, e quando<br />
existirem tanques de estocagem leves a prova de vazamentos de fibra de carbono<br />
e dutos baratos, somente assim podemos considerar a construção de uma<br />
infraestrutura de uma economia baseada em hidrogênio. Até la, é vaporware<br />
[algo infindável]. Todos esses obstáculos técnicos devem ser superados para se<br />
tornam uma realidade [33]. Enquanto isso, os Estados Unidos devem parar com os<br />
investimentos no programa Freedom CAR, que fornece milhões de dólares em<br />
impostos para três grandes montadoras de automóveis trabalharem em células a<br />
combustível de hidrogênio. Em vez disso, as montadoras deveriam ser obrigadas<br />
a aumentar a kilometragem média por litro de combustível de seus veículos -<br />
pelo padrão Corporate Average Fuel Economy (CAFE) [34].<br id="rmnu" /><br />
Em algum ponto no futuro o preço do petróleo e gás natural irá aumentar<br />
significativamente devido a esgotamento geológico e crises políticas nos<br />
países produtores. Pelo fato da infraestrutura do hidrogênio ser construída<br />
usando a estrutura de petróleo já existente (isto é, veículos movidos a<br />
combustão interna, plantas de produção de energia, fábricas, plásticos, etc),<br />
o preço do hidrogênio também sofrerá um aumento &#8211; nunca será mais barato que<br />
os combustíveis fósseis. Quando o esgotamento ocorre, fábricas irão fechar as<br />
portas por causa do alto preço dos combustíveis [35,36,37] e as partes<br />
necessárias para construir os tanques de estocagem extremamente complexos e as<br />
células a combustível devem se tornar escassas.<br id="ky4s" /></p>
<p>As leis da física indicam que a economia baseada no hidrogênio sempre será um<br />
sumidouro de energia.<br id="zjue0" /><br />
As propriedades do hidrogênio requerem que se gaste mais energia do que se<br />
pode obter, porque para fazê-lo é necessário romper as energias de ligação<br />
entre hidrogênio e oxigênio, mover veículos pesados, prevenir vazamentos e<br />
fragilidade metálica, e transportar o hidrogênio até seu destino. Não importa<br />
se todos esses problemas sejam resolvidos, ou quanto dinheiro seja gasto. Será<br />
necessário usar mais energia para criar, estocar, e transportar o hidrogênio<br />
do que se conseguirá de volta. Todo deslocamento de combustíveis fósseis que<br />
se esgotam para uma economia do hidrogênio irá subtrair energia de outros usos<br />
possíveis, como a planta, colheita, transporte, e cozimento de alimento,<br />
aquecimento de casas, e outras atividades essenciais. De acordo com Joseph<br />
Romm, do Department of Energy que revisou a pesquisa em hidrogênio e<br />
transporte por células a combustível, durante a administração Clinton: &#8220;Os<br />
problemas ambientais e energéticos que o mundo e a nação enfrentam,<br />
especialmente o aquecimento global, são muito sérios para arriscar em erros<br />
estratégicos que deslocariam os escaços recursos&#8221;. [38]<br id="zjue1" /><br />
<br id="zjue2" /><br />
<strong id="yryr">Referências</strong><br id="zjue3" /><br />
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<p><br id="g83t" /></p>
<div id="mwy21">** Traduzido por Luís Roberto Brudna. Com autorização de Michael Shermer (editor da Skeptic). Original disponível em inglês</div>
<div><a href="http://www.skeptic.com/eskeptic/08-03-12.html" target="_blank">http://www.skeptic.com/eskeptic/08-03-12.html</a></div>
<p id="hn8z19" class="h5_firstline">
<p id="i5pm5" class="h5_firstline"><br id="feqm" /><br />
<sup id="i5pm7"><a id="i5pm8" href="http://www.skeptic.com/eskeptic/08-03-12.html#note11"></a></sup></p>
<p id="iphn" class="h5_firstline">
<p id="iphn0">
</div>
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		<title>Tecnologia de hidrogênio caseira</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 01:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
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		<description><![CDATA[O americano Michael Strizki conseguiu montar toda uma estrutura alternativa de energia para sustentar os gastos de sua casa. O sistema que ele arquitetou é composto de painéis solares para coletar energia em dias ensolarados. Essa energia coletada é parcialmente armazenada em um sistema de baterias e o restante empregado na eletrólise da água para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fad93nw&amp;via=emsintese&amp;text=Tecnologia+de+hidrog%C3%AAnio+caseira&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2008%2Ftecnologia-hidrogenio-caseira%2F"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div><p>O americano Michael Strizki conseguiu montar toda uma estrutura alternativa de energia para sustentar os gastos de sua casa.<br />
O sistema que ele arquitetou é composto de painéis solares para coletar energia em dias ensolarados. Essa energia coletada é parcialmente armazenada em um sistema de baterias e o restante empregado na eletrólise da água para conseguir reservas de hidrogênio.<br />
As sobras de hidrogênios são armazenadas em grandes tanques de estoques.<br />
No inverno, ou em períodos longos sem grande quantidade de luminosidade solar, o hidrogênio é utilizado para gerar energia por meio de células a combustível.<br />
Michael afirma que nunca mais precisou utilizar energia da rede de abastecimento. A casa é totalmente sustentada pela sua criação.<br />
A estrutura não é barata e ele só conseguiu construir tudo com bastante dedicação e patrocínio de algumas empresas ligadas ao setor de energias alternativas.<br />
No vídeo ele explica mais alguns detalhes.<br />
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