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Laboratório nuclear

pesquisas com radioatividade
Professor Martyn Poliakoff e Steve Liddle da Universidade de Nottingham fazem uma visita ao National Nuclear Laboratory, de pesquisas na área nuclear, na Inglaterra.

A visita é cercada de mistérios e cuidados sobre a segurança do local. Mas a equipe consegue belas imagens do interior do laboratório e acompanha um pouco da rotina de pesquisa.

Um dos destaque é para a segurança com que os materiais radioativos devem ser manipulados, sendo essencial o uso de diversos equipamentos de proteção, incluindo sofisticadas caixas de luvas. E uma rígida regra de manter as mãos dentro dos bolsos, que Martyn tem uma certa dificuldade em seguir.

Vídeo possui legenda em português. Para ativar a visualização clique no play e após clique no botão CC que aparecerá no vídeo.

Esta visita também deu origem a mais vídeos que serão divulgados aos poucos pelo canal Periodic Videos. Acompanhe os novos vídeos pelo TabelaPeriódica.Org.

Texto escrito por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle.

Trióxido de cromo e um pequeno incidente

demonstração de reação
Martyn Poliakoff demonstra o que ocorre em uma reação de trióxido de cromo com etanol.

O trióxido de cromo tem uma cor avermelhada e ao final da reação redox o produto adquire uma coloração esverdeada.

Durante a reação o etanol é oxidado gerando o etanal (ou acetaldeído) e o cromo é reduzido de Cr(VI) para Cr(III).

reagente e produtos

Só que Martyn esqueceu de um pequeno detalhe! Veja no vídeo.

Vídeo com legendas em português. Para ativar clique no botão CC que aparecerá no vídeo.

Veja mais informações sobre o elemento cromo.

Hidratos de metano


HARRY TURNER/NRC-CNRC

Uma curiosa, e pouco comentada, fonte de metano – os hidratos de metano (clatratos) são estruturas em que as moléculas de água formam uma ´gaiola´ para as moléculas de metano (CH4・5.75H2O) sem ligações covalentes, só sendo estáveis em altas pressões e baixas temperaturas.

A imagem acima também chama a atenção, um pedaço deste hidrato (sintetizado em laboratório) pode ser queimado, gerando um efeito visual interessante e curioso, tem uma aparência de gelo e queima como gás.

Se você gostar do assunto e pesquisar um pouco mais, verá que estes clatratos são encarados de duas formas, como uma nova fonte de energia que pode ser explorada, ou como um novo vilão do aumento do efeito estufa na Terra. O lado vilão tem relação com um processo de liberação cada vez maior do metano aprisionado em clatratos com o aumento da temperatura, o que geraria ainda mais efeito estufa, num processo “autocatalítico”. 

A estimativa de tamanho das reservas de metano nestas condições variou muito durante os últimos anos. No início se pensava que as reservas poderiam ser gigantescas, mas novas avaliações de condições de formação das reservas deram uma nova dimensão da situação. Os valores variam entre 500-2500 gigatoneladas de carbono (Gt C), o que seria menor do que as 5000 Gt C para todas as outras reservas de combustíveis fósseis, mas maiores do que as  ~230 Gt C de reservas de gás natural.

Trecho de um documentário (somente em francês)
 

Mystères des profondeurs – Méditerranée 1/3 por Lunethique

Texto escrito por Prof. Dr. Luís Roberto Brudna Holzle.