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	<title>Em Síntese</title>
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		<title>Cangurus e o metano</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O sistema digestivo de muitos ruminantes é um eficiente produtor de metano. Notícia nada boa quando lembramos que o metano é mais potente que o gás carbônico na geração do efeito estufa, e que a quantidade de cabeças de gado pode ultrapassar a marca de 1,3 bilhão em todo o mundo. Como minimizar este problema? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2012/01/martyn-alimenta-wallabee.jpg" alt="Professor martyn alimenta um canguru" title="Martyn na austrália" width="430" height="232" class="alignnone size-full wp-image-1557" /><br />
O sistema digestivo de muitos ruminantes é um eficiente produtor de metano. Notícia nada boa quando lembramos que o metano <a href="http://www.emsintese.com.br/2011/metano-sem-cheiro/">é mais potente que o gás carbônico na geração do efeito estufa</a>, e que a quantidade de cabeças de gado pode ultrapassar a marca de 1,3 bilhão em todo o mundo.</p>
<p>Como minimizar este problema?</p>
<p>O Prof. Martyn em sua visita à Austrália foi até o parque de vida selvagem em Adelaide, e lá comenta que existem pesquisas que tentam entender o processo de digestão que ocorre em algumas espécies de cangurus (wallabee), conhecidos pela baixa produção de metano.</p>
<p>O segredo pode estar nas bactérias que participam da digestão e neste caso a resposta estaria na possível adaptação das bactérias de wallabees para que conseguissem sobreviver no sistema digestivo de um bovino.</p>
<p><em>Vídeo com legenda em português. Para ativar clique no botão CC (no vídeo).</em><br />
<iframe width="460" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/6n7ARh7rNFU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </p>
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		<title>Coleção de reações</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 12:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[experimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Brady Haran, do Periodic Videos, fez uma bela coleção de reações químicas que apareceram nos vídeos do projeto. O vídeo não tem legendas, mas está em uma língua universal &#8211; a química!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/12/reacao-foguete-videos.jpg" alt="reação energética" title="foguete reação química" width="380" height="199" class="alignnone size-full wp-image-1553" /><br />
Brady Haran, <a href="http://www.periodicvideos.com/">do Periodic Videos</a>, fez uma bela coleção de reações químicas que apareceram nos vídeos do projeto.</p>
<p>O vídeo não tem legendas, mas está em uma língua universal &#8211; a química!<br />
<iframe width="460" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/UkBhW8Kj3r8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Metano &#8211; Sem cheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>

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		<description><![CDATA[Metano, o popularmente conhecido como ´gás dos pântanos´, não tem cheiro. É completamente inodoro. Esta informação se faz importante no momento em que vemos as manchetes &#8211; já um tanto infrequentes &#8211; da ocasião de interdição de um shopping em São Paulo e de preocupações em um condomínio construído em local próximo, por causa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metano, o popularmente conhecido como ´gás dos pântanos´, não tem cheiro. É completamente inodoro. Esta informação se faz importante no momento em que vemos as manchetes &#8211; já um tanto infrequentes &#8211; da ocasião de interdição de um shopping em São Paulo e de preocupações em um condomínio construído em local próximo, por causa de um iminente problema devido à presença de altas quantidades de gás metano no local.</p>
<p>Todo este problema ocorrido no shopping iniciou quando naquele local foi depositada uma grande quantidade de lixo. E é a presença deste material em decomposição, escondido sobre uma oportuna camada de terra, que causa a geração do metano. O gás metano neste caso tem a sua origem na degradação anaeróbia (em escassez de oxigênio) que ocorre pela presença de microorganismos no material em decomposição.</p>
<p>A confusão sobre o odor do metano provavelmente origina-se no fato do gás ser resultado de apodrecimento ou de processos de digestão em ruminantes. Ou então pela associação com o gás de cozinha (que não contém metano), que também originalmente não teria um cheiro forte, e recebe a adição de substâncias odorizantes, da classe das mercaptanas, para que sirva de alerta em caso de vazamento.</p>
<p><strong>Efeito estufa</strong></p>
<p>O metano não é um perigo somente por ser explosivo &#8211; acima de uma certa concentração no ar &#8211; mas por ser mais um dos responsáveis pelo aumento do efeito estufa na atmosfera terrestre. Se comparado com o famoso vilão gás carbônico, o metano tem um potencial 25 vezes maior em causar este efeito estufa. </p>
<p>E para piorar, grandes quantidades de metano estão armazenadas em material orgânico presente em regiões geladas do planeta e também presas em uma mistura de gelo e metano, no que é conhecido como hidratos de metano, que ocorrem naturalmente em lodo marinho em algumas regiões do oceano. Um aumento da temperatura global poderia causar a liberação deste metano que causaria mais aquecimento e mais liberação do gás. Um círculo vicioso com resultados preocupantes. </p>
<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/12/hidrato-gelo-queima.jpg" alt="metano e gelo queimando" title="queima de um hidrato de metano" width="300" height="455" class="alignnone size-full wp-image-1531" /><br />
<em>Queima de hidrato de metano (Fonte: Serviço Geológico dos Estados Unidos)</em></p>
<p>As quantidades totais desses hidratos de metano em todas reservas terrestres ainda são motivo de debates entre os especialistas. Sendo de difícil uso para fins comerciais, por estar misturado em lodo, o assunto é mais uma das preocupações relacionadas ao aquecimento global. </p>
<p>A tentativa de queima do metano (CH4) para evitar que vá para a atmosfera só amenizaria em parte o problema, já que ao ser queimado o gás produziria gás carbônico (CO2) e água (H2O). E lá estaríamos nós rumando ao efeito estufa pela presença do gás carbônico.</p>
<p>CH4 + 2O2 → CO2 + 2H2O</p>
<p><strong>Outras fontes</strong></p>
<p>Dito anteriormente que o metano poderia ser gerado em digestão de ruminantes, reservo o assunto para uma próxima oportunidade, na qual poderemos conhecer um pouco mais sobre o arroto e a flatulência em herbívoros. </p>
<p><strong>OBS:</strong> <em>Este texto foi escrito por Luís Roberto Brudna Holzle, editor do ´Em Síntese´, e publicado no jornal <a href="http://www.folhadosulgaucho.com.br/">Folha do Sul Gaúcho</a>, dia 07 de dezembro de 2011. A reprodução foi gentilmente autorizada pela equipe do jornal. </em></p>
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		<title>Utensílios de Rutherford</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 10:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre é bom lembrar que todos nós fomos crianças um dia, inclusive os cientistas. Prof. Martyn Poliakoff comenta que normalmente lembramos dos cientistas como senhores em fotografias sérias, mas a história é bem mais complexa. Um utensílio feito por Ernest Rutherford mostra uma faceta pouco vista na vida de cientistas famosos. Com legendas em português. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/12/amassador-batatas-poliakoff.jpg" alt="Martyn Poliakoo segurando um amassador de batatas" title="história de rutherford" width="400" height="219" class="alignnone size-full wp-image-1528" /><br />
Sempre é bom lembrar que todos nós fomos crianças um dia, inclusive os cientistas. Prof. Martyn Poliakoff  comenta que normalmente lembramos dos cientistas como senhores em fotografias sérias, mas a história é bem mais complexa.</p>
<p>Um utensílio feito por Ernest Rutherford mostra uma faceta pouco vista na vida de cientistas famosos.</p>
<p><em>Com legendas em português. Para ativar clique no play e depois no botão CC.</em><br />
<iframe width="480" height="274" src="http://www.youtube.com/embed/CGgeBifpvBw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Estalactite de gelo na Antártida</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 19:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
		<category><![CDATA[documentários]]></category>

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		<description><![CDATA[A equipe de filmagens da BBC registrou um fenômeno raro de formação de uma estalactite de gelo no fundo do mar da Antártida, em gravações realizadas para o documentário ´Frozen Planet´ (Planeta congelado, em tradução livre). A BBC batizou o fenômeno de brinicle, uma união das palavras brine (salmoura) e icicle (estalactite de gelo). Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/12/pilar-gelo-bbc.jpg" alt="direito autoral da BBC " title="pilar congelado" width="460" height="239" class="alignnone size-full wp-image-1521" /><br />
A equipe de filmagens da BBC registrou um fenômeno raro de formação de uma estalactite de gelo no fundo do mar da Antártida, em gravações realizadas para o documentário ´<em>Frozen Planet</em>´ (Planeta congelado, em tradução livre).</p>
<p>A BBC batizou o fenômeno de <strong>brinicle</strong>, uma união das palavras <em>brine</em> (salmoura) e <em>icicle</em> (estalactite de gelo). Que ocorre pela descida da água concentrada em sal resultante do congelamento na superfície, conduzindo um fluxo de frio que facilita o congelamento da água ao redor, formando o pilar de gelo.</p>
<p>A formação do pilar é da superfície para o fundo do oceano porque a água mais concentrada em sal é mais densa, e tende a fluir para o fundo, forçando a formação do pilar nesta direção. </p>
<p>O curioso é ver <em>brinicle</em> chegar ao fundo do oceano, congelando tudo que encontra pela frente, inclusive a vida marinha que vagava nas proximidades.</p>
<p>Acesse o link e assista ao impressionante vídeo.<br />
<a href="http://www.bbc.co.uk/nature/15835017">http://www.bbc.co.uk/nature/15835017</a></p>
<p>A filmagem foi feita em time-lapse, ou seja, a câmera ficou fixa e registrando a cena durante um longo tempo (de 5 a 6 horas), para depois o fenômeno ser exibido de forma acelerada. </p>
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		<title>Ponte da Baía de Sydney</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 12:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inorgânica]]></category>

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		<description><![CDATA[Estruturas de aço ou ferro podem sofrer corrosão. Então porque alguém construiria uma gigantesca ponte metálica? E ainda mais em uma região marinha, com a presença de sal (NaCl) que acelera os processos de corrosão! Prof. Martyn explica os motivos deste aparente paradoxo. Com legendas em português. Para ativar clique no play e depois no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/11/martyn-australia-ponte.jpg" alt="Professor na Ponte de Sydney" title="Martyn Poliakoff na australia" width="420" height="232" class="alignnone size-full wp-image-1514" /><br />
Estruturas de <a href="http://www.tabelaperiodica.org/ferro/">aço ou ferro</a> podem sofrer corrosão. Então porque alguém construiria uma gigantesca ponte metálica? E ainda mais em uma região marinha, com a presença de sal (NaCl) que acelera os processos de corrosão!</p>
<p>Prof. Martyn explica os motivos deste aparente paradoxo.</p>
<p><em>Com legendas em português. Para ativar clique no play e depois no botão CC.</em><br />
<iframe width="460" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/2_URC-zXLN0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Barco em hexafluoreto de enxofre</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2011/barco-em-hexafluoreto-de-enxofre/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 12:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Físico-química]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[experimentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Theodore Gray fez uma demonstração vitaminada do famoso barco que flutua sobre um ´líquido invisível´. O segredo é a presença de hexafluoreto de enxofre (SF6) dentro da caixa. O SF6 possui uma elevada densidade e permanece por um longo tempo no fundo, formando uma camada de gás denso na qual o ´barco de alumínio´ pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/10/barco-aluminio-theodore.jpg" alt="gás denso " title="barco flutuando em gás" width="360" height="189" class="alignnone size-full wp-image-1507" /><br />
Theodore Gray fez uma demonstração vitaminada do famoso barco que flutua sobre um ´líquido invisível´. </p>
<p>O segredo é a presença de hexafluoreto de enxofre (SF6) dentro da caixa. O SF6 possui uma elevada densidade e permanece por um longo tempo no fundo, formando uma camada de gás denso na qual o ´barco de alumínio´ pode flutuar.</p>
<p>Vídeo<br />
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<p><a href="http://www.emsintese.com.br/2011/hexafluoreto-de-enxofre-uma-molecula-para-odiar/">Veja aqui, porque este tipo de experimento</a> deve ser evitado.</p>
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		<item>
		<title>O Viagra do professor</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2011/o-viagra-do-professor/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem trabalha com química conhece o Viagra de uma forma especial, pelo nome de citrato de sildenafila, ou pela nomenclatura oficial IUPAC 5-{2-etoxi-5-[(4-metilpiperazina-1-il)sulfonil]fenil}-1-metil-3-propil-1,4-dihidro-7H-pirazolo[4,3-d]pirimidin-7-ona 2-hidroxipropano-1,2,3-tricarboxilato; ou ainda pela estrutura, O Professor Martyn recebe uma encomenda especial enviada pelo colega Peter. Um frasco contendo 17,98 gramas de citrato de sildenafila puro, o princípio ativo do Viagra. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/10/video-sobre-viagra.jpg" alt="martyn poliakoff" title="química do viagra" width="400" height="239" class="alignnone size-full wp-image-1499" /><br />
Quem trabalha com química conhece o Viagra de uma forma especial, pelo nome de citrato de sildenafila, ou pela nomenclatura oficial IUPAC <em>5-{2-etoxi-5-[(4-metilpiperazina-1-il)sulfonil]fenil}-1-metil-3-propil-1,4-dihidro-7H-pirazolo[4,3-d]pirimidin-7-ona 2-hidroxipropano-1,2,3-tricarboxilato</em>; ou ainda pela estrutura,<br />
<script type="text/javascript" src="http://www.chemspider.com/csjsapi.ashx?op=img&#038;tk=4bdfbee7-6e1e-43b6-b6f3-5f8093b0a183&#038;id=56586&#038;w=250&#038;p=1&#038;eid=Viagra"></script></p>
<p>O Professor Martyn recebe uma encomenda especial enviada pelo colega Peter. Um frasco contendo 17,98 gramas de citrato de sildenafila puro, o princípio ativo do Viagra.</p>
<p>Com cuidado, Martyn resolve não abrir o frasco e explica o motivo; é para a segurança de todos. Além disto ele comenta sobre a ocasião da descoberta do medicamento, que como vários outros, teve os seus efeitos percebidos em cobaias que se comportavam de forma inesperada quando sob efeito da sildenafila.</p>
<p>Entenda também o motivo das famosas pílulas serem azuis, enquanto que o princípio ativo é apenas um simples pó branco.</p>
<p>Veja estas e outras informações no vídeo abaixo.</p>
<p><em>Com legendas em português. Para ativar clique no play e depois no botão CC.</em><br />
<iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/78jg5DUbNZ0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Nas bancas: Os 10 grandes mistérios da química</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2011/nas-bancas-os-10-grandes-misterios-da-quimica/</link>
		<comments>http://www.emsintese.com.br/2011/nas-bancas-os-10-grandes-misterios-da-quimica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 20:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição do mês de novembro (2011) da revista Scientific American Brasil trás como capa a interessante matéria sobre ´Os 10 grandes mistérios da química´, que são: - Como a vida começou? A origem da vida além de ser uma questão para os biólogos, é tema de desafio para os químicos. - Como as moléculas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/10/capa-scientific-american-nov-2011.jpg" alt="scientific american brasil" title="capa da edição de novembro de 2011" width="300" height="376" class="alignnone size-full wp-image-1490" /><br />
A edição do mês de novembro (2011) da revista <strong>Scientific American Brasil</strong> trás como capa a interessante matéria sobre ´Os 10 grandes mistérios da química´, que são:<br />
<strong>- Como a vida começou?</strong><br />
A origem da vida além de ser uma questão para os biólogos, é tema de desafio para os químicos.<br />
<strong>- Como as moléculas se formam?</strong><br />
Ainda existem fronteiras a serem desbravadas no entendimento profundo das interações químicas.<br />
<strong>- Como o ambiente influi em nossos genes?</strong><br />
<strong>- Como o cérebro pensa e como forma a memória?</strong><br />
As lacunas sobre o funcionamento da memória provavelmente serão preenchidas pela química.<br />
<strong>- Quantos elementos existem?</strong><br />
O questionamento é se existe um limite para a estabilidade de elementos com números atômicos cada vez maiores.<br />
<strong>- É possível construir computadores de carbono?</strong><br />
Seriam os grafenos, fulerenos e nanotubos apenas promessas?<br />
<strong>- Como extrair mais energia do Sol?</strong><br />
O segredo para responder esta pergunta estaria no equilíbrio entre a eficiência e o custo de produção.<br />
<strong>- Qual a melhor maneira de produzir biocombustíveis?</strong><br />
Novamente o desafio de otimização energética dos processos químicos.<br />
<strong>- Podemos vislumbrar novas formas de produzir medicamentos?</strong><br />
Por onde começar em uma pesquisa sobre produção de fármacos? Em uma abordagem direta ou ampla?<br />
<strong>- Podemos monitorar nossa própria química?</strong><br />
Até que ponto conseguiremos avançar na tecnologia de sensores?</p>
<p>Certamente a revista não responde tantas dúvidas, mas formular uma boa pergunta já é um grande avanço.</p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/sciam/">http://www2.uol.com.br/sciam/</a></p>
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		<title>Salbutamol e a asma</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 12:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[O salbutamol, presente em diversos medicamentos de alívio de crise asmática, é uma molécula que já salvou muitas vidas. Comercializado no início da década de 70, os medicamentos a base de salbutamol melhoram a respiração e circulação de ar nos pulmões por meio da dilatação dos brônquios. A estratégia de desenvolvimento do medicamento foi de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/09/estrutura-molecula-salbutamol.jpg" alt="estrutura química" title="molécula de salbutamol" width="500" height="277" class="alignnone size-full wp-image-1482" /><br />
O salbutamol, presente em diversos medicamentos de alívio de crise asmática, é uma molécula que já salvou muitas vidas.</p>
<p>Comercializado no início da década de 70, os medicamentos a base de salbutamol melhoram a respiração e circulação de ar nos pulmões por meio da dilatação dos brônquios. </p>
<p>A estratégia de desenvolvimento do medicamento foi de alguma forma imitar a ação vasoconstritora da adrenalina. Para isto a estrutura química foi modificada até dar origem ao salbutamol.</p>
<p>Veja estas e outras informações no vídeo abaixo.<br />
<em>Vídeo com legendas em português. Para ativar, clique em play e depois no botão CC para selecionar a legenda.</em><br />
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<p>Veja mais informações sobre a molécula no banco de dados da ChemSpider (clique na imagem abaixo):<br />
<script type="text/javascript" src="http://www.chemspider.com/csjsapi.ashx?op=img&#038;tk=4bdfbee7-6e1e-43b6-b6f3-5f8093b0a183&#038;id=1999&#038;w=250&#038;p=1&#038;eid=Salbutamo+e+a+asma"></script></p>
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