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	<title>Em Síntese &#187; Ambiental</title>
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		<title>Cangurus e o metano</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:27:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tweet O sistema digestivo de muitos ruminantes é um eficiente produtor de metano. Notícia nada boa quando lembramos que o metano é mais potente que o gás carbônico na geração do efeito estufa, e que a quantidade de cabeças de gado pode ultrapassar a marca de 1,3 bilhão em todo o mundo. Como minimizar este [...]]]></description>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2012/01/martyn-alimenta-wallabee.jpg" alt="Professor martyn alimenta um canguru" title="Martyn na austrália" width="430" height="232" class="alignnone size-full wp-image-1557" /><br />
O sistema digestivo de muitos ruminantes é um eficiente produtor de metano. Notícia nada boa quando lembramos que o metano <a href="http://www.emsintese.com.br/2011/metano-sem-cheiro/">é mais potente que o gás carbônico na geração do efeito estufa</a>, e que a quantidade de cabeças de gado pode ultrapassar a marca de 1,3 bilhão em todo o mundo.</p>
<p>Como minimizar este problema?</p>
<p>O Prof. Martyn em sua visita à Austrália foi até o parque de vida selvagem em Adelaide, e lá comenta que existem pesquisas que tentam entender o processo de digestão que ocorre em algumas espécies de cangurus (wallabee), conhecidos pela baixa produção de metano.</p>
<p>O segredo pode estar nas bactérias que participam da digestão e neste caso a resposta estaria na possível adaptação das bactérias de wallabees para que conseguissem sobreviver no sistema digestivo de um bovino.</p>
<p><em>Vídeo com legenda em português. Para ativar clique no botão CC (no vídeo).</em><br />
<iframe width="460" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/6n7ARh7rNFU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </p>
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		<title>Metano &#8211; Sem cheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Metano, o popularmente conhecido como ´gás dos pântanos´, não tem cheiro. É completamente inodoro. Esta informação se faz importante no momento em que vemos as manchetes &#8211; já um tanto infrequentes &#8211; da ocasião de interdição de um shopping em São Paulo e de preocupações em um condomínio construído em local próximo, por causa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Metano, o popularmente conhecido como ´gás dos pântanos´, não tem cheiro. É completamente inodoro. Esta informação se faz importante no momento em que vemos as manchetes &#8211; já um tanto infrequentes &#8211; da ocasião de interdição de um shopping em São Paulo e de preocupações em um condomínio construído em local próximo, por causa de um iminente problema devido à presença de altas quantidades de gás metano no local.</p>
<p>Todo este problema ocorrido no shopping iniciou quando naquele local foi depositada uma grande quantidade de lixo. E é a presença deste material em decomposição, escondido sobre uma oportuna camada de terra, que causa a geração do metano. O gás metano neste caso tem a sua origem na degradação anaeróbia (em escassez de oxigênio) que ocorre pela presença de microorganismos no material em decomposição.</p>
<p>A confusão sobre o odor do metano provavelmente origina-se no fato do gás ser resultado de apodrecimento ou de processos de digestão em ruminantes. Ou então pela associação com o gás de cozinha (que não contém metano), que também originalmente não teria um cheiro forte, e recebe a adição de substâncias odorizantes, da classe das mercaptanas, para que sirva de alerta em caso de vazamento.</p>
<p><strong>Efeito estufa</strong></p>
<p>O metano não é um perigo somente por ser explosivo &#8211; acima de uma certa concentração no ar &#8211; mas por ser mais um dos responsáveis pelo aumento do efeito estufa na atmosfera terrestre. Se comparado com o famoso vilão gás carbônico, o metano tem um potencial 25 vezes maior em causar este efeito estufa. </p>
<p>E para piorar, grandes quantidades de metano estão armazenadas em material orgânico presente em regiões geladas do planeta e também presas em uma mistura de gelo e metano, no que é conhecido como hidratos de metano, que ocorrem naturalmente em lodo marinho em algumas regiões do oceano. Um aumento da temperatura global poderia causar a liberação deste metano que causaria mais aquecimento e mais liberação do gás. Um círculo vicioso com resultados preocupantes. </p>
<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/12/hidrato-gelo-queima.jpg" alt="metano e gelo queimando" title="queima de um hidrato de metano" width="300" height="455" class="alignnone size-full wp-image-1531" /><br />
<em>Queima de hidrato de metano (Fonte: Serviço Geológico dos Estados Unidos)</em></p>
<p>As quantidades totais desses hidratos de metano em todas reservas terrestres ainda são motivo de debates entre os especialistas. Sendo de difícil uso para fins comerciais, por estar misturado em lodo, o assunto é mais uma das preocupações relacionadas ao aquecimento global. </p>
<p>A tentativa de queima do metano (CH4) para evitar que vá para a atmosfera só amenizaria em parte o problema, já que ao ser queimado o gás produziria gás carbônico (CO2) e água (H2O). E lá estaríamos nós rumando ao efeito estufa pela presença do gás carbônico.</p>
<p>CH4 + 2O2 → CO2 + 2H2O</p>
<p><strong>Outras fontes</strong></p>
<p>Dito anteriormente que o metano poderia ser gerado em digestão de ruminantes, reservo o assunto para uma próxima oportunidade, na qual poderemos conhecer um pouco mais sobre o arroto e a flatulência em herbívoros. </p>
<p><strong>OBS:</strong> <em>Este texto foi escrito por Luís Roberto Brudna Holzle, editor do ´Em Síntese´, e publicado no jornal <a href="http://www.folhadosulgaucho.com.br/">Folha do Sul Gaúcho</a>, dia 07 de dezembro de 2011. A reprodução foi gentilmente autorizada pela equipe do jornal. </em></p>
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		<title>Sobre o bioetanol</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 12:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Professor Martyn Poliakoff fala um pouco de suas surpresas e considerações sobre o uso do etanol como um combustível automotivo. Martyn percebeu que muitas vezes os brasileiros fazem a escolha de qual combustível utilizar baseados no preço, e não no impacto ambiental que tal escolha terá. Também comenta sobre a possibilidade da revolução que [...]]]></description>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2011/08/tabela-preco-combustivel.jpg" alt="preço gasolina etanol e aditivada" title="preços de combustíveis RJ - imagem cedida por Periodic Videos" width="330" height="229" class="alignnone size-full wp-image-1478" /><br />
Professor Martyn Poliakoff fala um pouco de suas surpresas e considerações sobre o uso do etanol como um combustível automotivo.</p>
<p>Martyn percebeu que muitas vezes os brasileiros fazem a escolha de qual combustível utilizar baseados no preço, e não no impacto ambiental que tal escolha terá. </p>
<p>Também comenta sobre a possibilidade da revolução que acontecerá com o uso de etanol de segunda geração, que consiste na conversão de parte da celulose em etanol.</p>
<p><em>Vídeo com legendas em português. Para ativar, clique em play e depois no botão CC para selecionar a legenda.</em><br />
<iframe width="500" height="311" src="http://www.youtube.com/embed/LMKfURob6nY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
.</p>
<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2011/sobre-o-bioetanol/"  data-text="Sobre o bioetanol" data-count="horizontal">Tweet</a>
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		<title>Hexafluoreto de enxofre &#8211; uma molécula para odiar</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2011/hexafluoreto-de-enxofre-uma-molecula-para-odiar/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 13:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Inorgânica]]></category>
		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet No podcast produzido pela Royal Society of Chemistry, o Professor Dr. Andrea Sella comenta que existe uma molécula que ele realmente odeia, e esta é o hexafluoreto de enxofre (SF6). O hexafluoreto de enxofre já fez famosas aparições em diversos vídeos pela internet, em um deles a elevada densidade do gás faz com que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2011/hexafluoreto-de-enxofre-uma-molecula-para-odiar/"  data-text="Hexafluoreto de enxofre &#8211; uma molécula para odiar" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>No <a href="http://www.rsc.org/chemistryworld/podcast/CIIEcompounds/transcripts/SF6.asp">podcast produzido pela Royal Society of Chemistry, o Professor Dr. Andrea Sella</a> comenta que existe uma molécula que ele realmente odeia, e esta é o hexafluoreto de enxofre (SF<sub>6</sub>).</p>
<p><script type="text/javascript" src="http://www.chemspider.com/csjsapi.ashx?op=img&#038;tk=4bdfbee7-6e1e-43b6-b6f3-5f8093b0a183&#038;id=16425&#038;w=200&#038;p=1&#038;eid=Uma+subst%c3%a2ncia+para+odiar"></script></p>
<p>O hexafluoreto de enxofre já fez famosas aparições em diversos vídeos pela internet, em um deles a elevada densidade do gás faz com que este acumule no fundo do recipiente em que é gentilmente colocado, causando um efeito semelhante a um ´líquido invisível´;<br />
<iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/1PJTq2xQiQ0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>em outro vídeo Adam Savage, apresentador do programa Mythbusters, mostra a influência do gás na voz. Na primeira parte do vídeo Adam inala hélio, ficando com voz de Pato Donald, e logo em seguida inala hexafluoreto de enxofre, tornando a voz forte e pesada.<br />
<iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/d-XbjFn3aqE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
Tal mudança na voz ocorre pela diferença de vibração das cordas vocais quando em presença destes dois tipos de gases.</p>
<p>Mas porque Andrea Sella poderia odiar um gás? Ele argumenta corretamente que o SF6 é um gás extremamente inerte, permanecendo estável mesmo em condições severas. E justamente por isso tem aplicação em situações nas quais algo inerte é desejado, como por exemplo na indústria de produção de magnésio, na qual serve como uma capa de proteção de contato do magnésio com o oxigênio do ar. E o ódio de Sella torna-se claro quando lembra que o SF<sub>6</sub> é um gás-estufa extremamente potente, com um <a href="http://www.ipcc.ch/publications_and_data/ar4/wg1/en/ch2s2-10-2.html">efeito 32.000 vezes maior do que o</a> gás-estufa CO<sub>2</sub>, se considerado um intervalo de 500 anos de atuação; que certamente será ainda maior, já que o SF<sub>6</sub>, por ser inerte, tem uma expectativa de duração na atmosfera de mais de 3200 anos.</p>
<p>A indústria, já sabendo destes problemas, busca constantemente modos de substituir o uso do material por outras substâncias menos agressivas ao meio ambiente.</p>
<p>Talvez não só a voz ganhe um timbre de vilão com o gás, mas ele próprio mostra o seu lado traiçoeiro.</p>
<p>Podcast<br />
<a href="http://www.rsc.org/chemistryworld/podcast/CIIEcompounds/transcripts/SF6.asp">http://www.rsc.org/chemistryworld/podcast/CIIEcompounds/transcripts/SF6.asp</a></p>
<p>Para baixar o podcast, em inglês, acesse<br />
<a href="http://www.rsc.org/images/CIIE_SF6_tcm18-197761.mp3">http://www.rsc.org/images/CIIE_SF6_tcm18-197761.mp3</a> </p>
<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2011/hexafluoreto-de-enxofre-uma-molecula-para-odiar/"  data-text="Hexafluoreto de enxofre &#8211; uma molécula para odiar" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Lama tóxica</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2010/lama-toxica/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 19:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet No dia 4 de outubro de 2010 ocorreu um trágico acidente na Hungria, com o vazamento de uma grande quantidade de resíduos do processamento da bauxita, causando a morte de 10 pessoas. A lama de cor avermelhada é uma mistura de compostos resultantes do Processo Bayer empregado na purificação da bauxita para obtenção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2010/lama-toxica/"  data-text="Lama tóxica" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>No dia 4 de outubro de 2010 ocorreu um trágico acidente na Hungria, com o vazamento de uma grande quantidade de resíduos do processamento da bauxita, causando a morte de 10 pessoas.</p>
<p>A lama de cor avermelhada é uma mistura de compostos resultantes do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processo_Bayer">Processo Bayer</a> empregado na purificação da bauxita para obtenção de alumina (óxido de alumínio (Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>). Esta lama portanto contém as impurezas da bauxita, com presença de titânio, vanádio e óxido de ferro, que confere a cor avermelhada. Algumas fontes alegaram que o material continha também quantidades perigosas de metais pesados, mas tal informação foi negada pela Academia de Ciências da Hungria.</p>
<p>O perigo desta lama estava na sua elevada alcalinidade, apresentando um pH em torno de 13. Isto devido à presença de hidróxido de sódio no resíduo do processo. E por ter chegado a um afluente do Rio Danúbio, resultando em danos significativos para a ecologia da região.</p>
<p>Assista no vídeo abaixo os comentário do Professor Martyn Poliakoff sobre este trágico evento.</p>
<p>Vídeo com <a href="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2010/05/como-assistir-legendas-youtube-1.jpg">legendas em português</a>.<br />
<object width="460" height="283"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-ruB2TV60e0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-ruB2TV60e0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="460" height="283"></embed></object></p>
<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2010/lama-toxica/"  data-text="Lama tóxica" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Petróleo no mar</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2010/petroleo-no-mar/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 13:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Notícias recentes indicam uma contenção do vazamento que ocorreu no Golfo do México, devido a uma explosão na plataforma Deepwater Horizon da British Petroleum. Mas o que acontece com o petróleo que vaza na água? Como é o seu comportamento na superfície? A equipe do Periodic Videos explica um pouco sobre a química do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			<g:plusone size="medium" href="http://www.emsintese.com.br/2010/petroleo-no-mar/"></g:plusone>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2010/petroleo-no-mar/"  data-text="Petróleo no mar" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Notícias recentes indicam uma contenção do vazamento que ocorreu no Golfo do México, devido a uma explosão na plataforma <em>Deepwater Horizon</em> da <em>British Petroleum</em>.</p>
<p>Mas o que acontece com o petróleo que vaza na água? Como é o seu comportamento na superfície?<br />
A equipe do <em>Periodic Videos</em> explica um pouco sobre a química do petróleo.<br />
Veja no vídeo abaixo. <a href="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2010/05/como-assistir-legendas-youtube-1.jpg">Com legendas em português.</a><br />
<object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S4xeWY1ouSw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/S4xeWY1ouSw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<p>Mais informações sobre o petróleo.<br />
<object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NdG6767-fZA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NdG6767-fZA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<g:plusone size="medium" href="http://www.emsintese.com.br/2010/petroleo-no-mar/"></g:plusone>
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			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2010/petroleo-no-mar/"  data-text="Petróleo no mar" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Acidentes explicados pela ciência &#8211; Série de textos</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2010/acidentes-explicados-pela-ciencia-serie-de-textos/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 12:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet O Prof. Emiliano Chemello iniciou a publicação de mais uma série de textos muito interessantes. Desta vez o tema escolhido trata dos ´Acidentes explicados pela ciência´. Até o momento estão disponíveis os textos: =Símbolos de perigo e seus significados =Césio 137: A tragédia radioativa do Brasil =Desastre em Bhopal =Chernobyl: a luta contra um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2010/acidentes-explicados-pela-ciencia-serie-de-textos/"  data-text="Acidentes explicados pela ciência &#8211; Série de textos" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2010/07/acidentes-explicados-ciencia-logo.jpg" alt="logotipo emiliano chemello" title="acidentes explicados ciencia logotipo" width="333" height="72" class="alignnone size-full wp-image-1146" /><br />
O Prof. Emiliano Chemello iniciou a publicação de mais uma série de textos muito interessantes. Desta vez o tema escolhido trata dos ´Acidentes explicados pela ciência´.<br />
Até o momento estão disponíveis os textos:<br />
<em>=Símbolos de perigo e seus significados<br />
=Césio 137:  A tragédia radioativa do Brasil<br />
=Desastre em Bhopal<br />
=Chernobyl: a luta contra um inimigo &#8216;invisível&#8217;</em></p>
<p>E ainda estão previstos os seguintes temas:<br />
<em>=O ônibus espacial Challenger explode na decolagem<br />
=Grisu: uma mistura perigosa!<br />
=Explosão de Halifax<br />
=Acidente de Seveso<br />
=Desastre de Minamata<br />
=Explosão do Zeppelin em Hindenburg</em></p>
<p>Acompanhe em<br />
<a href="http://www.quimica.net/emiliano/especiais/acidentes/">http://www.quimica.net/emiliano/especiais/acidentes/</a></p>
<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			</div>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2010/acidentes-explicados-pela-ciencia-serie-de-textos/"  data-text="Acidentes explicados pela ciência &#8211; Série de textos" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bactéria que transforma CO2 em combustível</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2009/bacteria-que-transforma-co2-em-combustivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[bioquímica]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Conforme o tempo passa aumentam os esforços para combater o aquecimento global e a grande quantia de dióxido de carbono, a mais nova notícia é de uma bactéria que foi modifica para transformar o dióxido de carbono diretamente em combustível, o isobutiraldeído composto que pode ser reaproveitado. Podemos fazer uma comparação entre dois métodos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			</div>
			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2009/bacteria-que-transforma-co2-em-combustivel/"  data-text="Bactéria que transforma CO2 em combustível" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Conforme o tempo passa aumentam os esforços para combater o aquecimento global e a grande quantia de dióxido de carbono, a mais nova notícia é de uma bactéria que foi modifica para transformar o dióxido de carbono diretamente em combustível, o isobutiraldeído composto que pode ser reaproveitado.</p>
<p>Podemos fazer uma comparação entre dois métodos o deste artigo e o do anterior postado, um método de síntese (<a href="http://www.emsintese.com.br/2009/novo-catalisador-converte-residuos-de-co2-e-material-util/">artigo já abordado neste blog</a>) ou um método mais biológico, embora os dois sejam interessantes nenhum é de aplicação tecnológica imediata e de fácil realização, então esperamos por métodos mais eficazes.</p>
<p>Para saber mais <a href="http://www.rsc.org/chemistryworld/News/2009/November/15110901.asp">leia o artigo em inglês</a>.<br />
<em><br />
Texto de Dison Franco.</em></p>
<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.emsintese.com.br%2F2009%2Fbacteria-que-transforma-co2-em-combustivel%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=85&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;height=21" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width=85px; height:21px;" allowTransparency="true"></iframe></div>
			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<g:plusone size="medium" href="http://www.emsintese.com.br/2009/bacteria-que-transforma-co2-em-combustivel/"></g:plusone>
			</div>
			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.emsintese.com.br/2009/bacteria-que-transforma-co2-em-combustivel/"  data-text="Bactéria que transforma CO2 em combustível" data-count="horizontal">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Novo catalisador converte resíduos de CO2 e material útil</title>
		<link>http://www.emsintese.com.br/2009/novo-catalisador-converte-residuos-de-co2-e-material-util/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Inorgânica]]></category>
		<category><![CDATA[catálise]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet A redução de emissões de CO2 na indústria é uma meta constante no desenvolvimento científico e tecnológico. Um importante avanço foi feito em pesquisas realizadas na Universidade Newcastle, na Inglaterra, na qual desenvolveram uma forma mais aprimorada de transformar o dióxido de carbono (CO2) em material útil para a indústria química. O avanço garantido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>A redução de emissões de CO2 na indústria é uma meta constante no desenvolvimento científico e tecnológico.</p>
<p>Um importante avanço foi feito em pesquisas realizadas na Universidade Newcastle, na Inglaterra, na qual desenvolveram uma forma mais aprimorada de transformar o dióxido de carbono (CO2) em material útil para a indústria química.</p>
<p>O avanço garantido nesta pesquisa ficou por conta de um novo catalisador que trabalha em temperaturas de 60oC e pressão atmosférica, que facilita uma reação entre epóxidos e CO2 para formar carbonatos cíclicos. </p>
<p>Este tipo de reação já existe a diversos anos, mas os catalisadores precisavam de dióxido de carbono muito puro, em altas pressões e temperaturas, o que dificultava o seu uso em condições onde normalmente se tem o CO2 como resíduo.</p>
<p><img src="http://www.emsintese.com.br/wp-content/uploads/2009/10/reacao-catalisador-carbonato.png" alt="reacao catalisador carbonato dioxido" title="catalisador carbonato dioxido" width="331" height="87" class="alignnone size-full wp-image-767" /></p>
<p>Os pesquisadores desenvolveram o catalisador bimetálico a base de alumínio de uma forma que garanta a efetividade da reação em condições brandas, e portanto de uso mais amplo na indústria.</p>
<p>Artigo original em:<br />
<span style="float: left; padding: 5px;"><a href="http://www.researchblogging.org"><img alt="ResearchBlogging.org" src="http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_large_gray.png" style="border:0;"/></a></span><br />
<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&#038;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&#038;rft.jtitle=Chemistry+-+A+European+Journal&#038;rft_id=info%3Adoi%2F10.1002%2Fchem.200902436&#038;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&#038;rft.atitle=A+Gas-Phase+Flow+Reactor+for+Ethylene+Carbonate+Synthesis+from+Waste+Carbon+Dioxide&#038;rft.issn=09476539&#038;rft.date=2009&#038;rft.volume=&#038;rft.issue=&#038;rft.spage=0&#038;rft.epage=0&#038;rft.artnum=http%3A%2F%2Fdoi.wiley.com%2F10.1002%2Fchem.200902436&#038;rft.au=North%2C+M.&#038;rft.au=Villuendas%2C+P.&#038;rft.au=Young%2C+C.&#038;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Chemistry%2CInorganic+Chemistry%2C+Organic+Chemistry">North, M., Villuendas, P., &#038; Young, C. (2009). A Gas-Phase Flow Reactor for Ethylene Carbonate Synthesis from Waste Carbon Dioxide <span style="font-style: italic;">Chemistry &#8211; A European Journal</span> DOI: <a rev="review" href="http://dx.doi.org/10.1002/chem.200902436">10.1002/chem.200902436</a></span></p>
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		<title>Extinção mineral</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 17:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[índio]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet A voracidade com que consumimos recursos também atinge a química. A capacidade de mineração e exploração de certos elementos químicos pode atingir um limite muito mais cedo do que normalmente imaginamos. Tecnologias, como por exemplo, dos monitores e televisões de LCD causaram um aumento da demanda pelo elemento Índio. Algumas fontes indicam que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>A voracidade com que consumimos recursos também atinge a química.<br />
A capacidade de mineração e exploração de certos elementos químicos pode atingir um limite muito mais cedo do que normalmente imaginamos.<br />
Tecnologias, como por exemplo, dos monitores e televisões de LCD causaram um aumento da demanda pelo elemento Índio. Algumas fontes indicam que as atuais reservas de índio só garantiriam apenas 13 anos de consumo; e pior, se o mundo todo aumentar o consumo para metade da demanda existente nos EUA, o esgotamento seria atingido em apenas 4 anos!</p>
<p>É importante lembrar que nenhum elemento químico simplesmente some; o problema reside na facilidade de extração e mineração dos elementos. Quanto mais difícil é a obtenção, mais custos estarão envolvidos no processo.</p>
<p>As soluções são óbvias: aumentar a taxa de reciclagem, diminuir o consumo de matérias-primas estratégicas, substituição por elementos mais abundantes na natureza, etc. Mas será que conseguiremos atingir estas metas satisfatoriamente?</p>
<p>A revista <del datetime="2009-04-22T15:03:06+00:00">Scientific American</del> New Scientist fez um infográfico com dados para diversos elementos e suas expectativas de duração de reservas.<br />
<a href="http://www.newscientist.com/data/images/archive/2605/26051202.jpg">http://www.newscientist.com/data/images/archive/2605/26051202.jpg</a></p>
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